O Índice Nacional de Satisfação do Consumidor (INSC), desenvolvido pela ESPM e com suporte tecnológico da Rapp Brasil, comemorou sete meses de registro no dia 10 de Novembro. É interessante notar o desenvolvimento do setor que mais variou no período: telefonia móvel.
O setor de serviços é crítico na economia brasileira. Foi divulgado, inclusive, que o faturamento desse tipo de produto ultrapassou, pela primeira vez, aquele relacionado a bens de consumo. Essa notícia nos mostra a crescente importância do setor na economia – mas o consumidor está satisfeito com as empresas de tal setor?
O INSC nos mostrou que esse é o setor mais problemático da economia brasileira. A média de satisfação com as empresas de telecomunicações está 15,5% abaixo da média encontrada pelos outros setores da economia: enquanto a média nacional para os 7 meses é de 61,3%, a média do setor de informação é 45,8%.
Tal indústria passou por pontos críticos negativamente, em especial o mês de julho, quando atingiu apenas 39,7% de satisfação. O fato que puxou a satisfação para baixo foi causada, em especial, por promoção de preço oferecido pelas próprias operadoras por meio de ligações para celulares pertencentes a empresas concorrentes.
Por outro lado, a popularização da internet e planos 3G incentivaram os consumidores a aumentarem sua satisfação. O fenômeno foi, principalmente, notado no mês de maio, quando a satisfação geral do setor atingiu 50,6%
Nos próximos dias, analisaremos ao detalhe quais foram as principais motivações de tal nível de satisfação e os pontos críticos notados por meio de publicações de consumidores finais em sites, redes sociais, portais, fóruns etc.
Publicado por: Bruno Caló
Editoria: Ricardo Pomeranz


A crise afeta inconscientemente o consumidor final. Fato esse comprovado pela queda brusca de publicações na internet e redes sociais relacionados à palavra comprar (“vou comprar”, “comprarei”, “adquirir”, “comprei”, “compramos”, “quero comprar”, “eu quero (tal produto)”, etc.). Nos 10 primeiros dias de abril, 34,0% das publicações tinham relação com consumo. Esse nível caiu para 33,6% em julho e atingiu apenas 19,7% em agosto.





