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A Riqueza na Base da Pirâmide, C. K. Prahalad
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The Ultimate Question: Driving Good Profits and True Growth, Fred Reichheld
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The Customer Revolution - How to Thrive When Customers Are in Control, Patricia Seybold, Ronni T. Marshak e Jeffrey M. Lewis
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Customer Winback – How to Recapture Lost Customers and Keep them Loyal, Jill Griffin e Michael W. Lowenstein
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Customer Specific Marketing, Brian P. Woolf
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Major Account Sales Strategy, Neil Rackham
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Managing Customers as Investments, Sunil Gupta e Donald R. Lehmann
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Satisfaction : How Every Great Company Listens to the Voice of the Customer , Chris Denove e James Power IV
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Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence, C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
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O Mundo é Plano, Thomas L. Friedman
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A Estratégia da Lealdade, Frederick F. Reichheld
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O Ponto de Desequilíbrio, Malcolm Gladwell
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EM QUAIS ÁREAS O CONSUMO CRESCE MAIS RÁPIDO NO BRASIL?
Estudo recente do Ibope Netratings pode dar alguns indícios:
1. No ano passado foram vendidos 10,5 milhões de computadores no Brasil. Pela primeira vez, as pessoas compraram mais computadores do que televisores.
2. Pela primeira vez o número de internautas no País passou a barreira dos 40 milhões de pessoas.
3. O tempo médio que o internauta brasileiro passa na internet é de 23 horas e 48 minutos por mês. Os brasileiros são os que mais tempo ficam conectados na rede. Em seguida aparecem Japão, França e Estados Unidos.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
30/6/2008
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ESTRATÉGIA COME INOVAÇÃO COMO CAFÉ DA MANHÃ
Em Janeiro de 1993 o primeiro browser gráfico, Mosaic, foi lançado no mercado. Logo em seguida, a internet foi abraçada pela audiência de consumidores e dos negócios e começou a se desenvolver. O entusiasmo com o novo canal criou uma corrente de profissionais que defendia que o marketing na internet era mais eficiente que o tradicional, e como conseqüência iria substitui-lo. No linguajar da época era a nova economia suplantando a velha. O racional por trás desse raciocínio era que todo o processo de interação da marca com o consumidor no canal online acontece sem chances de descontinuidade, ao passo que nos canais tradicionais, devido à existência de pontos de contato independentes, acontece o oposto. Por exemplo, a conscientização pode ser desenvolvida através da propaganda na televisão, a demonstração do produto em um evento promocional, a compra na loja física e o suporte na central de atendimento telefônico. Nesse caso, como é impossível acompanhar o consumidor por todo esse caminho, as chances de abandono da marca em função da insatisfação aumentam significativamente. Já na internet, todos os pontos de contato acontecem em um único lugar, o ciberespaço. Portanto, qualquer tipo de insatisfação com relação à marca pode ser monitorado e comunicações apropriadas podem ser rapidamente empregadas para reverter a situação. O discurso defendia que todos os meios de comunicação seriam digitalizados. A TV conventional se transformaria em TV interativa, o radio em radio sobre IP (protocolo internet), a mala direta em e-mail, o telemarketing em voz sobre IP e o material impresso em conteúdo eletrônico. E as marcas precisariam apenas da internet para interagir com seu público consumidor. O crash da bolsa em 2000 e o desaparecimento de várias empresas “ponto com” mostrou que esta visão era demasiadamente irrealista.
Quase uma década e meia após o lançamento do Mosaic, a Internet volta a ter posição de destaque na agenda dos profissionais de marketing e comunicação. Não poderia ser diferente. Globalmente, já são mais de um bilhão de indivíduos que acessam a rede e passam cada vez mais tempo conectados. Eles estão nas comunidades virtuais em contato com outras pessoas, nos blogs lendo e comentando as notícias, nos sites de compartilhamento de vídeo carregando e vendo os videoclips, nas lojas virtuais comprando e avaliando os produtos, nos jogos on-line se divertindo com os colegas, nos portais wikis participando da criação e elaboração de novos conteúdos e nos sites de busca procurando por informação relevante na vasta quantidade de páginas existentes. O crescimento da infra-estrutura de banda larga, que hoje já está disponível em aproximadamente 250 milhões de households de todo o mundo, promete se traduzir em experiências cada vez mais significativas para uma parcela cada vez maior da população do planeta. Se por um lado esse cenário cria uma série de novas oportunidades para as marcas desenvolverem relacionamentos mais estreitos com seu público, por outro, ele desperta o entusiasmo daqueles que voltam a defender a supremacia do canal online sobre os meios tradicionais, prevendo que em um futuro não muito distante, toda a interação dos indivíduos com as empresas acontecerá de forma digitalizada.
Essa visão atual está equivocada, assim como estava nos primórdios da internet. Várias pesquisas mostram que com regularidade, os indivíduos online, estão simultaneamente envolvidos em outras atividades como assistir televisão, ler carta, ouvir rádio, ler jornal e revista. O adolescente americano, enquanto surfa na web, está engajado em média em duas outras atividades. Aproximadamente 80% das pessoas de negócios são multi-tarefa. Essas constatações e outras similares sugerem que para entender o real impacto da internet na relação das marcas com os consumidores, os profissionais de marketing deveriam se concentrar nos próprios consumidores e não no canal em si. É a mudança de atitude e comportamento do novo consumidor em função da influência do canal online em suas vidas, que em última instância, vai ser a questão mais decisiva para o desenvolvimento de estratégias de marketing relevantes. E nesses últimos 15 anos, a principal mudança foi o aumento do controle do consumidor na relação com as empresas.
Enquanto o velho consumidor estava limitado ao que fosse anunciado nos principais veículos de comunicação, o novo seleciona o que for mais relevante entre uma extensa gama de opções disponíveis. Enquanto o velho consumidor assistia passivamente às mensagens criadas pelas empresas nas suas estratégias de comunicação, o novo participa ativamente da elaboração do conteúdo que fala sobre as empresas. Enquanto o velho consumidor era o receptor final do processo de comunicação, o novo é também sujeito ativo da distribuição das mensagens para o mercado. O consumidor do novo milênio é muito mais informado, conectado e participativo do que aquele de 15 anos atrás e os métodos tradicionais de marketing que funcionavam na era do consumidor pré-internet, já não atingem mais os resultados esperados. Para as marcas que pretendem estar atentas a esse novo cenário de mudanças, existem duas implicações principais. Primeiramente, os riscos para aquelas que desconsideram a internet são enormes. Essa não é mais uma opção. Segundo, utilizar a internet significa muito mais do que apenas trazer os consumidores para o canal online. Significa também adotar a visão do novo consumidor em todas as estratégias de marketing da empresa.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
16/6/2008
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CANAL
Comparado com 30 anos atrás, nós vivemos em um mundo de ilimitadas escolhas. E a proliferação da mídia é um desses fenômenos. A quantidade de mídia a que somos expostos todos os dias aumenta em uma proporção alarmante. Em vez de alguns poucos canais de TV, são centenas deles. Em vez de algumas estações de rádio, já são milhares delas. Em vez de alguns espaços públicos com propaganda, já são dezenas de milhares de anúncios em pontos de ônibus, quiosques e outdoors.
De um lado, a proliferação da mídia avança a passos largos. De outro, os canais se tornam cada vez mais digitais. No caso dos canais tradicionais, a mala direta se transforma em email marketing, o telemarketing em telefone sobre IP, as mídias impressas e eletrônicas em mídia digital, o radio em radio sobre IP, e mais recentemente a televisão em TV digital. Mas o fenômeno mais impressionante é a velocidade com que surgem novos canais já totalmente digitais, desde sua concepção. Já são mais de 100 milhões de blogs, milhares de redes sociais, mais de 3 bilhões de linhas de aparelhos celulares digitais com SMS, Bluetooth, 3G e centenas de milhares de jogos online.
Há 30 anos, quando um anunciante queria lançar um novo produto nos EUA, bastava colocar um comercial nas redes de TV aberta ABC, NBC e CBS para atingir 80% da população americana. Hoje, nem utilizando todos os canais de TV aberta existentes mais os principais portais na Web ele consegue repetir aquele resultado.
Conclusão: se você é profissional de marketing, prepare-se para conviver com cenários cada vez mais complexos. Os consumidores estão espalhados nos vários canais existentes. E se você não entender como eles funcionam (os canais), dificilmente vai conseguir atingi-los (os consumidores)!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/6/2008
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