04/07/11 . Inovação

GOOGLE PLUS

O Google anunciou o lançamento do Google Plus, sua nova rede social.

A grande discussão do momento é se o Plus vai acabar com o Facebook, a grande rede da atualidade. A organização das pessoas em forma de Roda, os chats em vídeo em grupo, o botão +1, os Sparks, enfim todas as inovações do Plus têm potencial de sobra para colocá-lo na nova ponta do estado da arte das plataformas colaborativas.  

Porém…potencial é condição necessária mas não suficiente. Alguns críticos já possuem os argumentos na direção contrária. Os Sparks não funcionam na prática, o sistema já passa por problemas de sobrecarga, e só funciona para celulares com sistema Android. Mais ainda,  o Google já passou por fracassos semelhantes na área com o Buzz e o Wave.

Como acontece com várias inovações que usam a tecnologia como suporte, quem vai conseguir dizer com exatidão se o Plus vai de fato se tornar uma expressiva rede social não são os marqueteiros, publicitários, engenheiros ou especialistas. São os milhões de internautas existentes. Se eles gostarem, o sistema emplaca. Caso contrário, não existe tecnologia que consiga tirar a inovação de seu potencial de sucesso.

p.s: a única certeza disso tudo é que o Google acaba de mostrar claramente que o Orkut não faz mais parte da sua estratégia!

Ontem foi lançado oficialmente o INSC – Índice Nacional de Satisfação do Consumidor -, indicador desenvolvido pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), em parceria com a RAPP Brasil.

Na parte da tarde, Ricardo Pomeranz, Global Chief Digital Officer da Rapp e criador do índice, e Alexandre Gracioso, Diretor Nacional de Graduação da ESPM, participaram de uma coletiva de imprensa on-line. Nela, os professores apresentaram o índice e responderam perguntas de jornalistas de todo o Brasil.

Os jornalistas também tiveram acesso exclusivo aos primeiros dados divulgados do INSC que mede a satisfação em quatro setores da economia brasileira: varejo (lojas de departamento e supermercados), financeiros (bancos), informação (telecom), bens de consumo duráveis ( como auto-indústria) e não duráveis (como bebidas e personal care).

À noite, um evento na sede da ESPM marcou o lançamento para empresários e acadêmicos da área. O INSC se baseia nas impressões de usuários registradas na Internet para avaliar como anda a satisfação do consumidor em relação às empresas do país e é pioneiro ao levar em conta a espontaneidade dos comentários postados por consumidores nas redes sociais.

O indicador também terá um papel importante para avaliar a qualidade da oferta de produtos e serviços no momento em que o Brasil se consolida como o principal protagonista da América Latina na economia mundial e atrai olhares atentos de todo mundo já que será palco nos próximos anos dos principais eventos esportivos do planeta.

Os dados serão divulgados mensalmente e a tendência é que até o final do ano outros setores da economia brasileira sejam incorporados ao indicador.

02/05/11 . Inovação

SORTE É COMO VOCÊ TRATA AS PESSOAS

As medições da satisfação do consumidor não são nada mais do que uma maneira formal e objetiva de avaliar como as marcas tratam seus consumidores. E essa satisfação é o atestado de que as organizações são orientadas pela qualidade. O retorno dessa prática é inquestionável: os consumidores respondem com seu “lifetime value” e a recomendação para outras pessoas de seu círculo de relacionamento. Mas se as vantagens da satisfação são tão claras, por que algumas empresas ainda insistem em ignorá-las?

O problema não é das empresas em si, mas em como o mercado está organizado. No período do marketing de produtos e serviços em escala de massa, muitas empresas delegaram o processo de contato com os consumidores para seus canais de distribuição. A eficiência para atingir escala foi a desculpa. A distância cada vez maior com o comprador final foi o resultado. Sem dúvida, uma má ideia, que eliminou a interação com os consumidores e privou as organizações de um componente precioso do processo produtivo, o feedback de quem consome seus produtos.

Ninguém vai sugerir que retomemos os períodos da produção artesanal do início do século passado para as empresas recuperarem o contato com seu público. Existe uma forma muito mais realista: a internet. Os consumidores estão na rede buscando informação, se divertindo, conversando com amigos, assistindo filmes, E TAMBÉM comentando sobre os produtos e serviços das empresas. Por que não tentar se aproximar desse público e compreender qual a real experiência do processo de consumo?

Para as empresas que continuam a terceirizar o processo de satisfação dos seus consumidores, uma mensagem: sua sorte pode não durar para sempre!

25/11/10 . Inovação

PARA QUEM SE INTERESSAR…

Saiu uma entrevista minha no Gismodo sobre geeks e marqueteiros, as novas tendências da internet, algorítmos, dicionário semântico, o comportamento do brasileiro na internet e algumas coisas mais. Para quem se interessar, o link é http://www.gizmodo.com.br/conteudo/ricardo-pomeranz-da-rapp-um-matematico-quer-revolucionar-publicidade-0

A ferramenta batizada de Máquina do Tempo permite a publicação e a visualização de vídeos e fotos e a sua organização na linha do tempo – nos momentos exatos do jogo em que foram registrados – no espaço – posição do torcedor em relação ao estádio – e através de tags de identificação. Completamente inovador!

Todo o conteúdo registrado é colaborativo. De formadores de opinião a simples apaixonados por futebol, todos poderão contribuir com seus vídeos, fotos, comentários e ainda compartilhar tudo o que postam através de várias outras redes sociais.

Vale à pena conferir a mistura bombástica do maior esporte do mundo com o maior fenômeno da internet da atualidade em http://www.torcida360.com.br/.