O Blog do Marketing de Relacionamento
 
 
PainelCRM 2006
 
       
A Riqueza na Base da Pirâmide, C. K. Prahalad
The Ultimate Question: Driving Good Profits and True Growth, Fred Reichheld
The Customer Revolution - How to Thrive When Customers Are in Control, Patricia Seybold, Ronni T. Marshak e Jeffrey M. Lewis
Customer Winback – How to Recapture Lost Customers and Keep them Loyal, Jill Griffin e Michael W. Lowenstein
Customer Specific Marketing, Brian P. Woolf
Major Account Sales Strategy, Neil Rackham
Managing Customers as Investments, Sunil Gupta e Donald R. Lehmann
Satisfaction : How Every Great Company Listens to the Voice of the Customer , Chris Denove e James Power IV
Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence, C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
O Mundo é Plano, Thomas L. Friedman
A Estratégia da Lealdade, Frederick F. Reichheld
O Ponto de Desequilíbrio, Malcolm Gladwell
setembro de 2010
domsegterquaquisexsáb
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930
agosto de 2010
julho de 2010
junho de 2010
maio de 2010
abril de 2010
março de 2010
fevereiro de 2010
janeiro de 2010
dezembro de 2009
novembro de 2009
outubro de 2009
setembro de 2009
agosto de 2009
julho de 2009
junho de 2009
maio de 2009
abril de 2009
março de 2009
fevereiro de 2009
janeiro de 2009
dezembro de 2008
novembro de 2008
outubro de 2008
setembro de 2008
agosto de 2008
julho de 2008
junho de 2008
maio de 2008
abril de 2008
março de 2008
fevereiro de 2008
janeiro de 2008
dezembro de 2007
novembro de 2007
outubro de 2007
setembro de 2007
agosto de 2007
julho de 2007
junho de 2007
maio de 2007
abril de 2007
março de 2007
fevereiro de 2007
janeiro de 2007
dezembro de 2006
novembro de 2006
outubro de 2006
setembro de 2006
agosto de 2006
julho de 2006
junho de 2006
maio de 2006
abril de 2006
março de 2006
fevereiro de 2006
janeiro de 2006
dezembro de 2005
novembro de 2005
outubro de 2005
 
    
 
Você já leu?
 
Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence , C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
Assunto: MARCAS E CONSUMIDORES: ATÉ ONDE PODE IR O RELACIONAMENTO ENTRE ELES?

A relação que muitas empresas possuem com sua base de clientes é muito parecida com o teatro tradicional. No palco, os atores encenam a peça enquanto na platéia, a audiência assiste passiva ao desenrolar do enredo. No mercado, as companhias comunicam seus produtos e serviços para os consumidores que passivamente assistem aos comerciais nos meios de comunicação. Em ambos os casos existem dois tipos de sujeitos: os ativos representados pelos atores e as empresas, que criam e comunicam; e os passivos espelhados nas figuras da platéia e dos consumidores que assistem e opinam.

Existe um número crescente de empresas, porém, onde a relação com os consumidores é muito parecida metaforicamente com o teatro experimental dos anos 60 e 70, onde qualquer indivíduo da platéia pode fazer parte da ação. Nesses casos, o consumidor participa do processo de criação do produto e interagi com a empresa antes de adquirir a solução ofertada. Considere o caso da indústria de software, onde as empresas que antes testavam seus produtos em laboratórios, agora utilizam o ambiente dos próprios consumidores. Para o lançamento do Windows 2000, por exemplo, mais de 650.000 consumidores testaram o produto antes dele ir para o mercado, emitindo para a Microsoft opiniões sobre mudanças desejadas. Esses Testadores Beta, como são chamados, ajudaram a Microsoft a entender melhor as limitações existentes antes do produto atingir o mercado. O mais impressionante é que muitos deles pagaram uma taxa para a Microsoft para fazerem o serviço! O valor desse trabalho coletivo estimado em tempo, esforço e taxas é avaliado em mais de 500 milhões de dólares.

A indústria de software não é a única a usufruir as vantagens da relação colaborativa com os consumidores para a criação e comunicação de seus produtos e serviços. Exemplos são encontrados em várias outras categorias de empresas como nos fabricantes de avião, empresas de cosmético, roupas e calçados, computadores e equipamentos de comunicação digital.

Neste novo cenário, os consumidores não são apenas o objetivo final pelo qual as empresas estruturam suas competências para atingir vantagem competitiva. Eles são também o meio através do qual novas formas de competência são criadas pelas corporações. Eles ajudam a definir, criar e comunicar, como os próprios colaboradores das organizações. Em vez de apenas sujeitos passivos na relação com as marcas, eles tornam-se cada vez mais co-participantes do processo de geração de valor para o mercado.