O Blog do Marketing de Relacionamento
 
 
PainelCRM 2006
 
       
A Riqueza na Base da Pirâmide, C. K. Prahalad
The Ultimate Question: Driving Good Profits and True Growth, Fred Reichheld
The Customer Revolution - How to Thrive When Customers Are in Control, Patricia Seybold, Ronni T. Marshak e Jeffrey M. Lewis
Customer Winback – How to Recapture Lost Customers and Keep them Loyal, Jill Griffin e Michael W. Lowenstein
Customer Specific Marketing, Brian P. Woolf
Major Account Sales Strategy, Neil Rackham
Managing Customers as Investments, Sunil Gupta e Donald R. Lehmann
Satisfaction : How Every Great Company Listens to the Voice of the Customer , Chris Denove e James Power IV
Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence, C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
O Mundo é Plano, Thomas L. Friedman
A Estratégia da Lealdade, Frederick F. Reichheld
O Ponto de Desequilíbrio, Malcolm Gladwell
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PRINT 2.0



A indústria dos jornais e revistas passa por um dos momentos mais críticos da sua história. Como adequar seu modelo de negócios ao novo cenário da era digital onde os leitores correm para a internet para conseguir o conteúdo de graça?

A resposta não é simples. E requer que se pense fora da caixa. Como por exemplo, a solução que a Red Bull adotou usando realidade aumentada. O conteúdo da sua revista The Red Bulletin foi transformado em vídeo integrando linguagem multimídia ao tradicional material impresso.

Para ter uma experiência dessas, quem não está disposto a pagar?


Escrito por Ricardo Pomeranz em 29/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


COMO USAR AS REDES SOCIAS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA



Em indústrias altamente reguladas, como a farmacêutica, onde eventos adversos precisam ser tratados com todo o formalismo e rigor segundo as regras dos órgãos reguladores, será que as estratégias de marketing utilizando redes sociais são pertinentes? Ou será que elas tornam esse ambiente ainda mais arriscado sem mecanismos de controle?

Os órgãos reguladores estão interessados em garantir que em qualquer forma de comunicação, exista um conjunto consistente e suficiente de informação que garanta a apresentação clara dos riscos envolvidos com o medicamento. Quando as marcas empurram as mensagens para os consumidores enaltecendo as maravilhas dos seus produtos, os reguladores entram em cena para garantir que o conteúdo não é exagerado, inapropriado, sem validade ou falso.

Nas redes sociais, porém, onde os consumidores colhem as informações de outros consumidores, e não das marcas, a maioria das regras regulatórias não se aplicam. Os consumidores têm o hábito de fazer as próprias pesquisas em blogs, fóruns, redes sociais e sites de procura colaborativa. Um ajuda ao outro sem necessariamente se importar com a questão dos eventos adversos.

Empresas farmacêuticas interessadas em ingressar nas redes sociais precisam mudar sua forma de pensar. Em vez de empurrarem a mensagem, elas devem primeiro ouvir os consumidores para entender o que eles falam e procuram. Em seguida, elas têm condição de começar a falar com as pessoas sobre os assuntos que todos estão interessados em ouvir. Através do envolvimento em comunidades virtuais elas passam a energizar as pessoas com conteúdo que pode ser viralizado. Finalmente, criando uma plataforma de suporte social, elas podem se valer dos próprios consumidores para que uns ajudem os outros como uma grande central de atendimento.

E tudo isso, sem arriscar infringir as regras dos órgãos reguladores.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 27/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


CADÊ OS INTERNAUTAS?



As pessoas não estão gastando mais seu tempo nos portais... Elas estão nas redes sociais. Youtube e Yahoo crescem a taxas expressivas tirando do Yahoo e MSN parte da atenção.

Para os portais, ainda bem que o tempo não é a única métrica de valor na internet.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 26/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


TUDO DEPENDE COMO VOCÊ OLHA



A ONU divulgou ontem dados mundiais sobre a adoção da internet e dos celulares.

OS NÚMEROS SÃO IMPRESSIONANTES. Brasil atingiu a marca de 50 milhões de pessoas conectadas na rede. A China, líder mundial, tem 298 milhões de pessoas conectadas. A índia fica com 57 milhões. No quesito celular, os valores absolutos são ainda maiores. O Brasil tem 150 milhões de celulares. A China, com sua enorme população, lidera mundialmente com a marca de 641 milhões. Índia e Rússia têm respectivamente 346 e 187 milhões.

OS NÚMEROS SÃO IMPRESSIONANTES. A penetração da internet no Brasil estava na 76ª posição entre os 191 países da lista da ONU, com uma taxa de 25%. Os países desenvolvidos apresentam uma taxa média de 60%. No caso da adoção de aparelhos celulares, a penetração também é baixa. Temos 78 celulares por 100 habitantes, colocando o país na 94ª posição da lista.

Se por um lado, as tecnologias digitais já atingiram no Brasil o volume necessário para serem utilizadas como plataformas massivas, por outro ainda há muito mais para ser feito. A inclusão digital deveria ser tópico de destaque no planejamento estratégico do governo. Não deveríamos ter que esperar o diagnóstico e as sugestões da Organização das Nações Unidas para fazer nossa lição de casa.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 23/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


HIT COM 128.000.000 DE VISITAÇÕES!



Como um vídeo destes consegue atingir esse número de pessoas? A mecânica não é a parte mais intrigante. Provavelmente começou com poucas pessoas que assistiram. Umas 10. A metade achou interessante e passou para mais 5. Isso deve ter se repetido umas 20 vezes, e voilà... Milhões de pessoas foram impactadas!

A lógica da viralização, porém, continua a ser uma grande incógnita. Qual é o apelo que faz gerar tanto interesse? Mais ainda, como desvendar o segredo da viralização dos vídeos caseiros para o âmbito profissional, trazendo aderência do conteúdo para os atributos da marca.

Conteúdo sem viralização significa que serão necessários altos investimentos em mídia para atrair a atenção do público. Parece ser um grande desperdício em um período onde os indivíduos podem ser aproveitados como mídia, divulgando e propagando a mensagem.

Viralização sem conteúdo não agrega valor. É como gastar em propaganda e esquecer de colocar o nome da empresa. A mensagem atinge muitas pessoas, mas não há como canalizar os resultados para a marca.

O grande desafio é combinar os dois, conteúdo e viralização, em uma única ação. Por enquanto, parece que a turma da viralização está na dianteira.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 22/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


DISTRIBUIÇÃO DE PARETO NA WEB



Uma das métricas mais utilizadas na internet é o CTR, taxa de clique. A hipótese básica é que ela é um indicador representativo do sucesso da ação de comunicação. Se a mensagem desperta interesse, as pessoas irão clicar na peça para ter maiores informações. Esse raciocínio faz sentido se assumirmos que a base de internautas que clicam é uniforme. O problema é que essa premissa é falsa.

Pesquisa da Comscore mostra que as pessoas que clicam nas peças estão se tornando um grupo raro. Menos de 20% dos internautas chegam a clicar em um banner. Ou seja, a grande maioria das pessoas impactadas pelas ações de mídia on-line não responde diretamente as ações de “call-to-action”!

Para tornar o cenário ainda mais complexo, dentro desse grupo de clicadores, apenas uma pequena parte é responsável pelo expressivo número de cliques. Em média, 4% de todos os internautas existentes são responsáveis por 67% de todos os cliques disponíveis!

Isso significa que quando analisamos os resultados das ações de mídia online a partir do CTR, na verdade estamos olhando para uma amostra específica do universo de internautas. Para ter uma visão completa do comportamento da maioria, outras métricas precisam ser adicionadas ao escopo da análise. Métricas que levem em consideração que mesmo sem clicarem nos banners, as pessoas visitam e navegam nos sites.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 21/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


CAMPANHA VIRAL AO AVESSO



Modelo tradicional para desenvolvimento de uma campanha viral:

1. Estratégia da campanha com a mensagem, o target e os objetivos

2. Estratégia de distribuição com seeding e RP

3. Criação

4. Produção

5. Pós-produção

6. Análise e otimização do uso da mídia

Modelo NADA tradicional para desenvolvimento de uma campanha viral:

1. Produção

2. Estratégia de distribuição

3. Análise e otimização do uso da mídia: se não der certo, volte para 1

4. Criação

5. Pós-produção

6. Adequação da Estratégia ao resultado

Campanhas tradicionais existem várias...NADA tradicionais, muito poucas, http://www.viral-test.com/


Escrito por Ricardo Pomeranz em 20/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


SE OS SITES DE COMÉRCIO ELETRÔNICO FOSSEM MAIS CRIATIVOS...



Abra o site e não mexa em nada. Apenas espere. Vale a pena.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 20/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


ESTRATÉGIAS PARA CRESCER NO MOBILE MARKETING



http://blog.nielsen.com/nielsenwire/online_mobile/global-mobile-strategies-for-growth/


Escrito por Ricardo Pomeranz em 19/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


127.000.000 DE VISUALIZAÇÕES NO YOUTUBE!



Se esse vídeo fosse pago pela quantidade de pessoas que assistiram, ele provavelmente custaria algo em torno R$ 3.000.000,00. Nada mal para um conteúdo amador sem nenhuma pretensão...

O que faz um vídeo como este gerar visibilidade nessa proporção?

Como vários fenômenos espontâneos na internet, esse é mais um que é difícil dizer ao certo como aconteceu. O máximo que conseguimos é ficar impressionados e intrigados com sua formação.

O que faz um vídeo como este gerar visibilidade nessa proporção? Essa é a resposta que realmente vale R$ 3.000.000,00!


Escrito por Ricardo Pomeranz em 19/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


A REVOLUÇÃO DA MÍDIA SOCIAL



Em 2010 o número de pessoas da geração Y vai ultrapassar os baby-boomers;

96% deles já estiveram nas redes sociais;

1 em cada 8 casais americanos que casaram o ano passado se conheceram nas redes sociais;

Facebook adicionou 100 milhões de membros em menos de 9 meses;

Se o Facebook fosse um País, seria o quarto maior do mundo, atrás de China, Índia e EUA, logo na frente da Indonésia e do Brasil;

Os downloads das aplicações de iPod atingiram de 1 bilhão de cópias em 9 meses;

Youtube tem mais de 100.000.000 de vídeos;

Wikipidia tem mais de 13.000.000 de artigos;

Existem mais de 200.000.000 de blogs na blogosfera;

35% das vendas de livro na Amazon são para o Kindle;

Se ainda não viu, vale a pena...


Escrito por Ricardo Pomeranz em 19/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


O FIM DA PROPAGANDA...DO JEITO QUE CONHECEMOS



“Imagine o mundo da propaganda onde os gastos em soluções interativas e formatos um a um serão mais representativos que os investimentos nos tradicionais veículos um para muitos. Imagine um cenário onde uma parte significativa do inventário publicitário será vendida através de leilões. Anunciantes saberão quem viu a propaganda e quem tomou alguma ação. O pagamento será baseado nessas informações e não no número estimado de impressões. Consumidores selecionarão quais propagandas querem ver e compartilharão a escolha com conhecidos. Propaganda gerada pelo próprio consumidor será tão representativa quanto aquela gerada pelas agências.”

Esse é o cenário projetado para os próximos 5 anos à partir do estudo que a IBM fez com mais de 2400 consumidores e 80 especialistas de propaganda. Os principais motores dessa transformação são:

1. Atenção: consumidores estão cada vez mais no controle da maneira como assistem e interagem com a propaganda

2. Criatividade: a tecnologia permite o que nunca foi possível antes, o crescimento em popularidade do conteúdo gerado pelo consumidor

3. Métrica: os modelos tradicionais já não bastam. Anunciantes demandam formas mais relevantes e rigorosas de medição de seus investimentos

4. Inventário de propaganda: a almejada eficiência na compra da propaganda vai passar pela eliminação dos intermediários tradicionais

Alguém tem dúvida das projeções? Minha única dúvida é se isso vai levar 5 anos...


Escrito por Ricardo Pomeranz em 16/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


ESCADA OU ESCADA-ROLANTE?



Co-criação ou Criação? No primeiro caso, basta as marcas criarem a plataforma, que os consumidores desenvolvem o próprio conteúdo. No segundo, nós assumimos que os consumidores são preguiçosos e inaptos para criar. A criação é prerrogativa das marcas.

Apostou na escada-rolante? É melhor você checar o que os consumidores estão dizendo!


Escrito por Ricardo Pomeranz em 15/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


O MUNDO É REDONDO, AZUL E INJUSTO – 2



Segundo a IDATE a próxima bola da vez será a indústria da televisão. Em estudo divulgado ontem, a consultoria mostra que em 3 anos 40% dos lares europeus poderão se conectar a TV diretamente pela internet. Assim a oferta de vídeo sob demanda diminuirá a dependência das pessoas com a programação aberta e fechada.

Nos EUA essa transformação já acontece. O site Hulu.com disponibiliza a programação de canais como NBC, Universal e Disney no dia seguinte da apresentação na televisão. Apesar do Youtube ser considerado a grande sensação na área de sites que passam vídeo online, uma das tendências mais interessantes nessa área é o contínuo interesse por conteúdo de longa duração. No primeiro trimestre desse ano, a taxa de crescimento desse tipo de filme foi de 20% e espera-se que continue por um bom tempo.

Segundo as palavras gerais do diretor da IDATE “a indústria de televisão se prepara para anos difíceis.”



Escrito por Ricardo Pomeranz em 15/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


USANDO AS PALAVRAS DE UM AMIGO (CRIATIVO)...



Muito Bom!!! http://www.youtube.com/watch?v=7fVG3tmnm2Y


Escrito por Ricardo Pomeranz em 14/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


O MUNDO É REDONDO, AZUL E INJUSTO!



Quem ainda compra CD de música? Ainda existem alguns poucos como minha mulher... A indústria da música vem sofrendo nos últimos anos as contínuas quedas na venda de CDs. As pessoas simplesmente preferem baixar a música desejada pela rede. Resultado: as gravadoras não conseguem manter os enormes prejuízos e acabam fechando suas portas. Alguns dizem que o grande vilão é a Internet.

A bola da vez parece ser a indústria da mídia, mais especificamente dos jornais e revistas. Várias delas estão fechando. A McGraw-Hill, gigante editora americana, acabou de vender a Business Week, revista com mais de 80 anos de história, pelo simbólico valor entre 2 e 5 milhões de dólares. O motivo: a revista amarga prejuízos na ordem de dezenas de milhões de dólares por ano. Alguns dizem que o grande vilão é a internet.

Qual será a próxima a quebrar? Ninguém sabe dizer ao certo ainda. O que parece unanimidade, porém, é quem será o culpado. Claro, a internet. Quem mais poderia ser? A falta de um modelo de negócios coerente com o novo comportamento do consumidor, nem pensar. A total inabilidade na gestão da transição para o mundo digital, tampouco. A falta de sensibilidade nos negócios para se adaptar às mudanças, pouco provável. Sem dúvida, o grande culpado é a internet.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 14/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


EM VEZ DE “TOP OF MIND”, “TIP OF TONGUE”



Em vez de pesquisa tradicional, escute o que os consumidores estão falando nas redes sociais. Monitore as conversas em vez de desenvolver pesquisa e focus groups pontuais.

Em vez de gastar somas vultosas em mídia para desenvolver o marketing, utilize as redes sociais para espalhar suas mensagens. Participe das conversas que seus consumidores têm entre eles, e pare de ficar empurrando propaganda não autorizada.

Em vez de gastar com equipes de venda, energize os seus consumidores para que eles ajudem a vender seus produtos.

Em vez de empregar os serviços tradicionais de SAC, que honestamente ninguém consegue desenvolver com a qualidade esperada, capacite seus consumidores a servirem como sua central de atendimento.

Em vez de investir apenas nos departamentos de P&D para a criação e aperfeiçoamento de novos produtos, deixe que os próprios consumidores ajudem no processo de melhoria. Afinal, o produto final será para eles mesmos.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 13/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


VOCÊ TEM ALGUM DESTES SINTOMAS?



1. Forte obsessão com o que está acontecendo na blogosfera, nas comunidades virtuais e no Youtube. Você re-encaminha artigos nesses tópicos para outras pessoas com o mesmo sintoma?

2. Ansiedade quando ouve as histórias de empresas (em especial concorrentes) que começaram comunidades on-line, blogs e outras manifestações digitais na rede?

3. Você checa constantemente o maior número possível de blogs sobre redes sociais para ter certeza que está o mais atualizado possível com todos os desenvolvimentos, rumores e buzz da área?

4. Você utiliza o Google alert com termos como blogs, redes sociais, twitter, crowdsourcing, podcast, ...?

5. Fica nervoso quando seu chefe te pergunta sobre qual a estratégia para a empresa na plataform 2.0?

6. Pergunta para adolescentes o que eles fazem no Orkut na esperança de utilizar alguma idéia no trabalho?

Então apareça no evento Open Innovation no dia 22 deste mês no Hotel Renaissance em São Paulo para discutir cada um deles. A boa notícia é que eles têm cura!


Escrito por Ricardo Pomeranz em 13/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


4.1 BILHÕES DE MENSAGENS DE SMS ENVIADAS DIARIAMENTE



A pesquisa semi-anual da CTIA sobre a indústria de wireless acabou de ser lançada. Para quem quiser saber mais sobre o crescimento vertiginoso desse segmento, basta checar em http://files.ctia.org/pdf/CTIA_Survey_Midyear_2009_Graphics.pdf.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 9/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


QUEM É QUEM NA INTERNET?



Projeções dos gastos em propaganda para 2009 no mundo todo mostram que o canal da internet deve movimentar aproximadamente 13% do bolo publicitário. Quando analisamos os investimentos na internet por região, a Inglaterra lidera o ranking com 30%, os Estados Unidos e países do oeste europeu como França e Alemanhã estão na faixa de 15%, a China vem em seguida com aproximadamente 10%. E a América Latina está na lanterna com 3%.

Se queremos ter posição de destaque no desenvolvimento de estratégias inovadoras de marketing e comunicação, não podemos nos limitar ao nível dos investimentos atuais em internet. As marcas têm papel crítico nesse cenário. Elas devem fazer os investimentos necessários para a construção de suas plataformas digitais.

Qual o valor desse investimento? Apenas para se manter na média mundial, 10% a mais do que o atual. Agora, para as marcas que realmente estão interessadas em fazer a diferença, uma boa referência é a Inglaterra, que mesmo no centro de uma das maiores crises econômicas da sua história nos últimos dois anos, ainda consegue manter taxas significativas de crescimento no canal digital.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 9/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


AS MARCAS E OS BLOGUEIROS



Os blogueiros nos Estados Unidos que possuírem qualquer tipo de benefício de qualquer anunciante serão obrigados a declarar essa conexão quando fizerem declarações sobre seus produtos e serviços.

Entenda benefício como qualquer tipo de vínculo material, variando de pagamento em dinheiro a recebimento do próprio produto. A pessoa que não informar o apoio da marca estará sujeita a multa no valor de US$ 11 mil.

É difícil saber ao certo quando um blogueiro está emitindo sua opinião própria ou quando representa outros interesses. Diferente das ações de comunicação nos canais tradicionais, onde celebridades são contratadas de maneira explícita para declarar seu apoio às marcas, nas redes sociais esse papel nem sempre é claro. Esse é mais um movimento de regulamentação para deixar o setor mais transparente. Devemos esperar outros em breve nas áreas de privacidade da informação e direitos autorais.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 9/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


MÓDULO 5: MAXIMIZANDO O VALOR DIGITAL ATRAVÉS DA ANALÍTICA



- Como demonstrar valor através do pageview e do CTR

- Quais as diferenças entre as métricas de resposta direta e como atribuir valor para as atividades de search e display

- Como otimizar e criar um ciclo vituoso tornando as ações digitais mais eficazes ao longo do tempo

- Entendendo os elementos analíticos da web: cavocando os dados dos internautas para criar novos insights; monitorando o impacto da ação através do caminho dos clicks; mapeando o caminho dos usuários, otimizando os websites e as landing pages

- Introdução ao Google Analytics e Omniture

O grande especialista na área de métricas na Web é o Jim Sterne e seus livros são em geral bastante didáticos. Minha sugestão é começar com o WebMetrics, Wiley.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 18/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


MÓDULO 4: ESTRATÉGIA DIGITAL



- Para que as ações digitais sejam eficazes é fundamental integrá-las no marketing mix

- Entender em profundidade as tendências dos consumidores digitais

- Entender como os diferentes consumidores usam o digital para adquirirem produtos e serviços

- Entender como realizar pesquisa e segmentar audiências digitais em Personas para maximizar a relevância da comunicação

- Otimizar e mensurar – a chave para o sucesso digital

- Como vender o trabalho digital dentro das organizações

Se tiver que escolher um livro para esse módulo, a sugestão é Internet Marketing do Rafi A. Mohammed, Robert Fisher, Bernard Jaworski e Aileen Cahill, McGraw-Hill.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 8/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


MÓDULO 3: MÍDIAS EMERGENTES DIGITAIS: MOBILE, GAMING E TV



- Como utilizar aplicações para iPhone e na plataforma Java

- Como usar Bluetooth e outras tecnologias específicas de localização

- Como medir o mobile marketing

- Introdução ao mercado de jogos online

- In-game advertising

- Tecnologia de TV avançada

- O que funciona e não funciona na TV avançada

A literatura nessa área é composta principalmente de artigos independentes sobre os vários temas. Para o tópico de mobile marketing, a referência mais indicada é o site da Mobile Marketing Association.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 7/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


MÓDULO 2: MÍDIAS SOCIAIS: BOCA-A-BOCA ATRAVÉS DO MOUSE



- Como acompanhar e ouvir as conversas entre os consumidores

- Quem são os principais players de social mídia e quais as principais tendências em volta deles

- A tecnolgia da propaganda nas redes sociais

- Como usar aplicações de marca nas redes sociais

- Redes sociais como o Twitter e Digg

- Gerenciamento da reputação online

- Como criar oportunidades de marketing viral

A bibliografia nessa área é extensa, mas se tiver que começar com algum livro, minha sugestão é Marketing to the Social Web do Larry Weber, John Wiley & Sons, Inc.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 7/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


TREINAMENTO EM MARKETING DIGITAL – MÓDULO 1: SEARCH MARKETING



As pessoas frequentemente me perguntam o que devem fazer para se capacitar em marketing digital. A complexidade é grande e a quantidade de assuntos ligados ao mundo digital facilmente esgota os investimentos disponíveis em tempo e dinheiro. Para aqueles que necessitam os ensinamentos básicos a sugestão é se concentrar nos módulos básicos para ter a visão do todo (ou pelo menos a mais próxima possível) e depois focar em cada um deles conforme a demanda aumente. A seguir, uma lista sugerida de 5 módulos básicos.

A sugestão do primeiro módulo é INTRODUÇÃO AO SEARCH MARKETING:

- Por que o search é tão importante para as marcas

- Como os motores de busca como o Google funcionam

- Por que as marcas usam PPC e SEO e como elas fazem

- Ferrmantas para entender como as pessoas procuram pelas marcas

- Como integrar o SEARCH no marketing mix

- Entender as métricas e mensurar a performance

Um bom livro para começar a entender essa área é Search Engine Marketing, Inc do Mike Moran e Bill Hunt, IBM Press.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 7/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS: CLARO, A PLATAFORMA PREFERIDA É DOS BLOGS.





Escrito por Ricardo Pomeranz em 6/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


PARA O MARKETING AS MELHORES OPÇÕES SÃO OS BLOGS, AS REDES SOCIAIS E OS SITES DE VÍDEO, MAS NÃO DEIXE DE CONSIDERAR TAMBÉM...



Os podcasts! Com a notoriedade dos principais blogs, das comunidades do Orkut e Facebook, e dos canais de vídeo do Youtube, não é muito difícil deixar as demais ferramentas de lado. Os podcasts, porém, têm despertado muito interesse, principalmente para o desenvolvimento de ações para os públicos mais jovens que não desgrudam de seus iPods...


Escrito por Ricardo Pomeranz em 6/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


PARA O DESENVOLVIMENTO DE COMUNIDADES EM TORNO DA MARCA, NADA MELHOR QUE AS REDES SOCIAIS!





Escrito por Ricardo Pomeranz em 6/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


PARA MELHORAR OS SERVIÇOS DE ATENDIMENTO AOS CONSUMIDORES A PRIMEIRA POSIÇÃO VAI PARA OS BLOGS!





Escrito por Ricardo Pomeranz em 6/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


PLATAFORMAS SOCIAIS PARA SE CONECTAR COM OS CONSUMIDORES



As várias tecnologias 2.0 disponíveis permitem que as empresas se conectem com os consumidores de maneira completamente inovadora. Elas têm sido usadas nos vários estágios do relacionamento das marcas com seu público. Servem para as etapas de aquisição de novos consumidores, melhora nos serviços de atendimento, no desenvolvimento de novos produtos, no marketing e no desenvolvimento de comunidades em torno da marca. Porém, nem todas as ferramentas desempenham os mesmos resultados em cada um dos objetivos.

Se você está interessado em buscar novos consumidores, as redes sociais são a melhor opção!


Escrito por Ricardo Pomeranz em 5/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


EM 2008, QUEM SABIA O QUE ERA O TWITTER?





Escrito por Ricardo Pomeranz em 5/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


EM 2007 AINDA NEM SE FALAVA DO YOUTUBE!





Escrito por Ricardo Pomeranz em 5/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


ADIVINHE QUAL É A FERRAMENTA WEB 2.0 MAIS IMPORTANTE PARA AS EMPRESAS



Como as empresas utilizam as tecnologias da web 2.0 para atingirem benefícios mensuráveis em seus negócios? Pesquisa desenvolvida pela McKinsey nos últimos 3 anos com 1700 executivos do mundo todo revela vários dados interessantes.

A ferramenta mais importante para as empresas ainda é o Blog. Com mais de 133.000.000 de blogs existentes (indexados pela Technorati), audiência global na ordem de 340.000.000 de pessoas, 1.750.000 de assinaturas de RSS apenas no TechCrunch (o blog mais popular de tecnolgia) e participação de aproximadamente 77% de usuários ativos da internet, os números falam por si.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 5/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


COMO MEDIR AS AÇÕES NAS REDES SOCIAIS? – PASSO 5



Além de servir como referencial para a aprovação da ação, o cálculo do ROI estimado também tem um papel de destaque na etapa de análise. A comparação do valor estimado com o valor real delimita o desvio das projeções e traz o exercício inicial para o campo pragmático.

O entendimento dessa diferença é fundamental para alimentar de maneira mais precisa o cálculo do ROI estimado em novas ações. Assim, cada vez mais certeiras serão as hipóteses e as métricas calculadas.

O cálculo do ROI é fundamental para tornar mais científico o processo de desenvolvimento de campanhas de marketing e comunicação nas redes sociais. Um processo que costuma parecer na maioria das vezes, um jogo de dados.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 1/10/2009    Envie para um amigo    Comentário


COMO MEDIR AS AÇÕES NAS REDES SOCIAIS? – PASSO 4



Com as variáveis agregadas de benefício, custo e risco, o cálculo do ROI passa a ser um simples exercício matemático. O ROI nada mais é que a somatória dos ROIs de cada cenário ponderados pela respectiva probabilidade. Para o cálculo do ROI de cada cenário, basta achar a razão entre a lucratividade (benefício menos o custo) e seu custo.

Esse valor dará a estimativa da expectativa de retorno sobre o investimento em uma ação nas redes sociais.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 1/10/2009    Envie para um amigo    Comentário