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A Riqueza na Base da Pirâmide, C. K. Prahalad
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The Ultimate Question: Driving Good Profits and True Growth, Fred Reichheld
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The Customer Revolution - How to Thrive When Customers Are in Control, Patricia Seybold, Ronni T. Marshak e Jeffrey M. Lewis
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Customer Winback – How to Recapture Lost Customers and Keep them Loyal, Jill Griffin e Michael W. Lowenstein
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Customer Specific Marketing, Brian P. Woolf
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Major Account Sales Strategy, Neil Rackham
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Managing Customers as Investments, Sunil Gupta e Donald R. Lehmann
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Satisfaction : How Every Great Company Listens to the Voice of the Customer , Chris Denove e James Power IV
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Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence, C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
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O Mundo é Plano, Thomas L. Friedman
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A Estratégia da Lealdade, Frederick F. Reichheld
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O Ponto de Desequilíbrio, Malcolm Gladwell
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COMO MEDIR AS AÇÕES NAS REDES SOCIAIS? – PASSO 3
Para os mais apressados que já querem calcular o ROI, existe ainda um passo anterior. Mapeie os possíveis cenários que podem resultar da ação. Identifique as piores coisas que podem acontecer (nas redes sociais não é raro elas acontecerem...) e estime a probabilidade de cada um desses cenários. Crie uma tabela de riscos que identificam todos os “N” cenários possíveis.
Uma dica aqui é não ser otimista. Muitas vezes na ânsia de vender o projeto ou colocar a solução logo em prática, deixa-se de mapear situações mais realistas.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
30/9/2009
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COMO MEDIR AS AÇÕES NAS REDES SOCIAIS? – PASSO 2
Identifique todos os custos correspondentes. Eles devem ser divididos em duas categorias principais: os custos de “setup” e os recorrentes.
Os mais comuns na primeira categoria são:
- Treinamento e capacitação dos blogueiros
- Estratégia e planejamento da ação
Os custos recorrentes são:
- Monitoramento da plataforma
- Execução da plataforma
- Criação e produção do conteúdo
- Moderação da interação com os internautas.
Para concluir essa fase, some todos os custos.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
29/9/2009
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COMO MEDIR AS AÇÕES NAS REDES SOCIAIS? – PASSO 1
Existem quatro passos principais para aqueles que estão interessados em estimar o retorno sobre o investimento nas ações de marketing e comunicação nas redes sociais. O primeiro deles identifica os benefícios da ação e quantifica sua performance. Abaixo uma pequena lista dos possíveis benefícios:
- Aumento da visibilidade da marca através do incremento das páginas visitadas, do número de menções na mídia, e do efeito viral gerado através do boca-a-boca nos blogs, nas comunidades virtuais, nos micro-blogs, etc.
- Economia no custo das pesquisas para avaliar a percepção do consumidor.
- Número de novos “leads” gerados através dos comentários da marca na rede.
Para quantificar o valor de cada um dos benefícios identificados, uma boa regra prática é calcular o custo gerado por cada um dos itens caso a marca tivesse que investir em plataformas conhecidas. Por exemplo, para calcular os ganhos com o aumento de visibilidade da marca, basta utilizar como referência o valor que ela teria que investir em propaganda em um canal de conteúdo para atingir resultado similar.
Para finalizar some o valor de todos os benefícios.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
29/9/2009
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POR QUE MOBILE MARKETING ?
Nos países em desenvolvimento, os aparelhos celulares significam acesso inédito às telecomunicações para sua população, em vez de serem mais um canal complementando as linhas fixas, como acontece nos países desenvolvidos.
De acordo com um estudo recente, adicionar 10 novos celulares para cada 100 pessoas em um país em desenvolvimento, promove o crescimento do PIB em 0,8 pontos percentuais.
Em 2007, os países em desenvolvimento contavam com aproximadamente um quarto da base mundial de celulares, por volta de 700 milhões. No começo de 2009 esse percentual já passou para três quartos, o que significa 4 bilhões de linhas novas!
Para os profissionais de marketing de países em desenvolvimento como o nosso, os aparelhos celulares são a nova maneira de atingir e se conectar com a população em escala de massa, passando a predominância que a televisão teve por longo período.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
25/9/2009
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POR QUE O HULU ESTÁ BATENDO O YOUTUBE?
Um das tendências mais interessantes na área de vídeo online é o contínuo interesse por conteúdo de longa duração. O total de tempo gasto assistindo vídeos de 6 a 8 minutos é consideravelmente maior do que o tempo nos filmes de pequena duração. No primeiro trimestre desse ano, a taxa de crescimento desse tipo de filme foi de 20% e espera-se que continue por um bom tempo.
Os sites que conseguem prender a atenção por mais tempo estão saindo na frente na corrida para monetizar suas operações. O Hulu.com é um bom exemplo dessa categoria. Como seus vídeos são de longa duração, os internautas não se queixam dos comerciais colocados no início da programação.
Em compensação, o Youtube...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
24/9/2009
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JEITO FÁCIL DE VIRALIZAR NA INTERNET
O grande sonho dos profissionais de marketing é desenvolver campanhas virais na internet que atingem milhões de pessoas, com baixo custo de criação e zero de veiculação. A companhia aérea americana United é uma das últimas que atingiu essa proeza.
Sem que se desse conta, quase 6 milhões de pessoas já assistiram o vídeo, feito por um dos seus passageiros. Ele criou a música, produziu o clip e colocou o filme nos principais sites de vídeo. A United não teve que fazer nada, ou melhor, precisou apenas quebrar o violão do passageiro e se recusar a reconhecer o erro.
Ela conseguiu atingir milhões de pessoas, com custo zero de criação e divulgação. Só esqueceu de computar o custo para sua marca...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
24/9/2009
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A INTERNET NÃO É MAIS O PATINHO FEIO DO MIX DE COMUNICAÇÃO DE MARKETING
O sinalizador desta mudança de comportamento é o próprio investimento publicitário que no último levantamento feito pelo Intermeios neste primeiro semestre de 2009, apontou um crescimento da internet em 22,8%, fechando com participação de 4,8% do bolo publicitário, mais uma vez a frente da TV por assinatura e agora também do rádio.
Com a popularização do meio, os percentuais de cobertura se tornaram mais significativos. Hoje a internet já conta com mais de 35% de penetração na população brasileira. Se o projeção de crescimento atual de usuários ativos se mantiver nos atuais 11% por ano, em 3 anos a cobertura será próxima dos 50%!
E ainda tem gente que questiona se a internet já é um canal de cobertura massiva...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
23/9/2009
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O CONTEÚDO É REI!
Há não mais de 5 anos atrás, para ter presença forte na internet, as marcas precisavam utilizar o email marketing como uma de suas principais ferramentas digitais. Hoje, a grande aplicação digital é o consumo de conteúdo. O seu crescimento nesse período foi de 88%.
Enquanto as pessoas alocavam grande parte do seu tempo se comunicando em 2003, em 2009 essa prática caiu para não mais que 27%. O consumo de conteúdo tomou a dianteira e hoje representa mais de 40%.
Criar conteúdo e deixar o usuário participar da criação é o novo mantra do mundo digital.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
22/9/2009
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NÃO EXISTE ALMOÇO GRATUITO - 3
Antes que alguém me pergunte a resposta é não! NÃO existe uma solução de rede social que disponibilize uma base extensa de participantes, com custo baixo, enorme controle sobre o conteúdo, e potencial de monetização, tudo em uma única plataforma!
De qualquer maneira, essa não é a pergunta correta a ser feita. A grande questão é: sua empresa está interessada em dialogar com as pessoas na internet? Ela está aberta para ouvir o que os indivíduos têm a dizer sobre seu serviço de atendimento, o preço dos seus produtos e a qualidade das suas soluções?
Essa é a pergunta de difícil resposta, principalmente porque em muitos casos significa que a empresa vai ter que mudar completamente sua estratégia de marketing.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
21/9/2009
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NÃO EXISTE ALMOÇO GRATUITO - 2
Vantagens das redes sociais customizadas:
Como o ambiente é completamente gerenciado pela própria empresa responsável pela rede social, ela consegue distribuir seu conteúdo de maneira muito mais segura. A participação dos seus membros pode ser monitirada e a conversação conduzida da maneira mais adequada ao seu interesse. A plataforma pode ser customizada em termos de usabilidade, características da rede e funcionalidades multimídia.
Desvantagens:
Elas requerem grandes somas de investimento para o desenvolvimento e manutenção da plataforma. Isso inclui custos de hosting, largura de banda, ferramentas de mídia social, design do website e implantação da infra-estrutura. Alternativas disponíveis para quem não tem todos os recursos necessários são os provedores de plataformas menores que já disponibilizam templates pré-formatados.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
21/9/2009
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NÃO EXISTE ALMOÇO GRATUITO
Uma das discussões mais acaloradas ultimamente tem sido sobre a melhor maneira de implementar soluções de marketing baseadas em redes sociais. Será que é melhor utilizar uma rede pública já disponível como Orkut e Facebook ou será melhor desenvolver uma nova, completamente customizada para a marca. Os pontos fortes e fracos de cada opção são apresentados nas próximas matérias. Não há porém uma solução ideal. Qualquer que seja a opção, sempre existe um preço a pagar.
Vantagens das redes sociais públicas:
Elas são gratuitas e já vem com uma comunidade pronta. Oferecem um jeito fácil e barato de envolver a marca nas redes sociais sem muito investimento em tempo e recursos. Mais ainda, muitos sites se integram com elas permitindo que seus membros interajam e troquem conteúdo, como fotos e vídeos.
Desvantagens:
Todos os direitos e receitas da monetização das redes sociais públicas estão nas mãos do provedor da plataforma. A empresa que coloca sua marca nas redes sociais públicas não tem nenhum direito de explorar essa plataforma. Enquanto as redes sociais públicas de grandes audiências parecem muito atrativas para as marcas, seu próprio tamanho e apelo de massa faz com que ações para segmentos de nicho sejam bastante ineficientes.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
21/9/2009
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AS MARCAS PARASITAS - 2
Ops...apertei a tecla errada!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
18/9/2009
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AS MARCAS PARASITAS
A natureza está cheia de exemplos de casos de bichos parasitas, aqueles que vivem na cola do hospedeiro para conseguir comida. O peixe-piloto é um desses casos. Ele segue constantemente arraias e tubarões, e age se alimentando das sobras dos alimentos. Ele irrita, atrapalha, mas por mais que os tubarões tentem capturá-lo, em geral, não conseguem por causa de sua grande agilidade.
Dos parasitas da natureza para os parasitas do marketing a diferença não é muito grande. Os hospedeiros criam suas marcas, desenvolvem seus produtos, atraem seus consumidores, e os parasitas ficam em volta esperando o momento certo para atacar. Em geral desenvolvem cópias APARENTEMENTE muito parecidas dos produtos originais, com qualidade muito mais baixa, para atrair os mais desavisados ou aqueles que não têm os recursos necessários para pagar.
Volta e meia ouvimos os gritos dos tubarões do marketing reclamando contra a pirataria e o uso não autorizado das suas marcas por terceiros. A mídia divulga os casos mais alarmantes, as pessoas comentam, e por algum tempo até parece que a prática vai ser eliminada. Mas não demora muito e tudo volta como era antes, com as empresas parasitas orbitando as marcas hospedeiras.
Algumas vezes a natureza tem um jeito estranho de manter seu equilíbrio. O marketing também.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
18/9/2009
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EM QUAL FASE DO TWITTER VOCÊ ESTÁ?
Fase 1 - Solidão: será que eu sou muito velho para isso?
Fase 2 – Convencimento: ache o aplicativo matador.
Fase 3 – Aprendendizado: seguir e ser seguido
Fase 4 – Estratégia : se organize para crescer na comunidade
Fase 5 – Aproveite! : novas idéias, novos seguidores, novos negócios,...
Fase 6 – Não se desespere se quando você começar a entender o Twitter, surgir um novo fenômeno. Isso se chama Internet!
Ainda parado em uma das primeiras fases? Quem sabe o artigo da Diane Hessan te ajude a dar o impulso necessário... http://www.forbes.com/2009/04/22/twitter-ceo-networking-leadership-managing-social.html
Escrito por Ricardo Pomeranz em
18/9/2009
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A MATEMÁTICA DOS VIRAIS
- Um milhão de acessos por semana -> 12.000.000 de acessos por 3 meses (tempo médio que um bom viral fica no ar)
- Com CPM médio de R$ 25, o viral valeria algo em torno de R$ 300.000,00
- Custo aproximado de mídia para alavancar o viral: R$ 50.000,00
- Custo de criação e produção do viral: R$ 50.000,00
*** Retorno sobre o investimento: 200%!!! Ainda em dúvida porque os vídeos virais são o sonho de consumo dos marqueteiros?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
15/9/2009
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O PADRÃO DOS VIRAIS
Apesar de parecer difícil generalizar o padrão de comportamento dos vídeos virais desde seu lançamento até o ponto em que eles perdem a força, existe uma aparente ordem na maneira como eles se desenvolvem.
Na média, eles atingem 35% de acessos na primeira semana. É nessa fase que a trajetória do sucesso (ou insucesso) da viralização é determinada. As campanhas que passam essa fase seguem para um período de transição de aproximadamente duas semanas onde crescem 20% cada semana. Finalmente elas atingem a fase de estabilidade crescendo a taxas de 10% ou menos por semana.
Entender os dados de comportamento atrás de cada campanha é condição básica para eventualmente influenciar no seu desenvolvimento. Apesar de cada caso ser um caso, os números mostram que existe um caminho para o vídeo atingir o gosto dos internautas.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
14/9/2009
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ESSE VIRAL É REAL?
Quando o produto é viral, tudo fica muito mais fácil... http://cdn.visiblemeasures.com/youtube/chromeful/popup520x400.html?video=I9tmr8VDqN8
Escrito por Ricardo Pomeranz em
11/9/2009
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GO VIRAL
Como fazer um vídeo online viral atingir 1.000.000 de pessoas? Essa é a chamada pergunta de 1.000.000 de reais! Quem tiver a resposta, coloque à venda, porque todos nós estamos interessados em saber.
Mesmo sem existir uma fórmula mágica que garanta que um vídeo se torne viral, existem alguma regras práticas que ajudam bastante:
- A distribuição é tão importante como a criação. Nem todos os sites de compartilhamento de vídeo são iguais, portanto identifique aquele que tem a maior afinidade com as características demográficas do seu público.
- É lenda achar que os virais atingem o seu pico de sucesso sem a utilização da mídia. Na verdade é o contrário. Portanto, selecione alguns espaços publicitários que ajudem a criar a massa crítica para o vídeo deslanchar. A mídia tem o papel de motor de arranque da estratégia de viralização. Depois que deu a partida, ela pode ser desligada, e a campanha deve andar sozinha.
- Criação, criação, criação, criação, criação, criação, criação, criação, criação! Como sempre, o principal ingrediente que não pode faltar!
O segundo viral da semana foi o Megawoosh da Microsoft com mais de 700.000 acessos...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
11/9/2009
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COMO MEDIR O SUCESSO DE UMA CAMPANHA VIRAL?
Qual o volume de visualizações caracteriza que uma campanha de video online é viral? 1000, 100.000, 1.000.000? Até recentemente, não existia nenhuma mediação formal, muito menos um benchmark para que as comparações fossem feitas.
A Visual Measures se juntou com a Ad Age para publicar um gráfico semanal das campanhas virais de maior sucesso. Claro, no mercado americano. (Seria mais do que desejado ter algo similar também por aqui)
O vídeo de maior sucesso da semana passada foi da Evian com mais de 1.100.000 acessos. A fórmula do sucesso, uma velha conhecida: bebês fazendo atividade de adulto.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
11/9/2009
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PESQUISA 2.0
Pesquisadores começam a entender que ouvir o que o consumidor fala nas comunidades virtuais, blogs, fóruns de discussão e uma série de outras redes sociais pode ser tão poderoso para compreender seu padrão de comportamento como as pesquisas tradicionais.
A web é um repositório gigantesco de dados que quando peneirados traz informações valiosas para o desenvolvimento de novos insights. A intensidade do buzz traduz o nível de recall da marca, as brand tags sugerem as associações de valores que os indivíduos estabelecem, a análise do sentimento mostra a intensidade do elo emocional.
Em vez de perguntar aos consumidores o que eles acham sobre suas marcas, basta prestar a atenção no que eles já falam. As informações estão disponíveis, para que estiver interessado em ouvir.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
10/9/2009
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NÃO FAÇA DOS COMENTÁRIOS DOS CONSUMIDORES UMA RELIGIÃO
A Google realiza entre 50 e 200 novos experimentos em um dado instante. Em um deles, a empresa perguntou para seus usuários sobre a quantidade de posts que deveriam ser apresentados na página de busca. Muito mais do que os atuais, foi a resposta. Eles resolveram então experimentar com 30, um número três vezes maior que o resultado padrão.
Não precisou muito tempo para descobrirem que com esse número o tráfego caia. As análises mostraram que o aumento no tempo para apresentar o resultado das buscas (por volta de apenas um terço de segundo) era suficiente para aborrecer as pessoas. Além disso, quanto maior o número de resultados, maiores também as chances de clicks em links que não estavam relacionados ao assunto procurado.
Sabiamente, a página padrão com 10 posts foi mantida. E eles partiram para ouvir outras sugestões...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
10/9/2009
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CROWDSOURCING NA STARBUCKS
Se os copos tivessem os meus desenhos...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
9/9/2009
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CROWDSOURCING: A PLATAFORMA DE INOVAÇÃO DO SÉCULO XXI
O consumidor coloca seus comentários e sugestões sobre maneiras como as coisas poderiam melhorar na empresa.
Ele discuti suas idéias com outros indivíduos da comunidade e com a própria empresa.
As pessoas checam as sugestões de todos e votam nas que mais gostam. Na era das redes sociais, a democracia do voto estabelece quais são as opiniões com maior relevância.
A prova dos nove: você vê quais idéias são as mais populares e as ações que foram tomadas.
Quer um exemplo? Ideastorm.com da Dell. Idéias mais populares que foram implementadas: venda de máquinas com Linux e redução de programas “trialware”. E claro, uma enorme quantidade de outras sugestões...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
9/9/2009
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DE ONDE VEM A INOVAÇÃO?
Nunca foi tão barato para as empresas testarem novas idéias, com custos baixos e com alta velocidade, características que eram impensáveis uma década atrás. A consequência é aparente: uma quantidade impressionante de inovações lançadas no mercado todos os dias.
A inovação é o motor do crescimento. E quando ela é barata, as empresas trocam os modelos tradicionais de pesquisa e desenvolvimento por métodos mais arrojados. A alternativa do pequeno fracasso combinado com a possibilidade de altos retornos é a combinação ideal para o aumento nas taxas de risco.
Nesse novo modelo, os gostos e opiniões dos consumidores passam a ter impacto muito mais profundo nas decisões. A área de P&D migra aos poucos da mesa dos engenheiros para os sites colaborativos onde os comentários dos indivíduos são o grande insumo da inovação.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
9/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 10/10 – VISÃO SEM EXECUÇÃO É ALUCINAÇÃO
Tão importante quanto a visão são os recursos necessários para explorar o marketing digital em sua plenitude. Você precisa ter uma clara idéia da sua marca e de onde ela quer chegar, mas não pode deixar de perseguir o rigor e a disciplina para fazer com que suas mensagens cheguem aos mercados.
Visão sem execução é delírio, alucinação! Execução sem visão é escravidão! Não é possível se dar ao luxo de deixar de lado nenhum dos principais ingredientes.
Que a força do Marketing Digital esteja com você!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 9/10 – WEB 3.0 – A INTERNET DAS COISAS
Daqui a dez anos, o computador como conhecemos desaparecerá. Ele poderá ser do tamanho de uma carteira ou da parede da casa. Ou embutido em óculos especiais, que permitirão ao usuário tanto ver o mundo exterior, como assistir a filmes e ler textos. Todos os aparatos pessoais e domésticos, como os relógios, celulares, PDAs, peças de roupa, TVs, DVDs, luzes, possuirão computadores embutidos. E mais impressionante que a capacidade de processamento será a possibilidade que todos terão de comunicar-se. Interligados em rede, e munidos de dispositivos conhecidos como transponders, ou chips que podem ser energizados à distância por meio de ondas de rádio, os aparelhos trocarão informações entre si para a realização de tarefas específicas. Em alguns casos isolados já sentimos hoje a presença desta tecnologia em nossas vidas. Os pedágios automáticos nas estradas detectam os carros que têm transponders instalados nos pára-brisas e liberam a sua passagem após receberem a informação do número de série do aparelho. O processo todo ocorre sem a intervenção humana, até o estágio final onde valor cobrado é debitado da conta corrente do motorista. A situação futurística da geladeira que identifica o fim do estoque de alimentos e encomenda pela internet novos suprimentos ao supermercado, ou do carro que recebe o diagnóstico de mal funcionamento de uma de suas partes pela rede para auto-correção, não parece estar mais tão distante. Além da evolução da comunicação entre os objetos, a interação entre eles e as pessoas também sofrerá grande mudança. Comandar os aparelhos por voz, ou reconhecer as pessoas através de scanners de íris não é mais privilégio de filmes de ficção científica. Com processos seguros de identificação dos indivíduos pelas máquinas, a realização de tarefas que dispensam o uso de senhas e cartões de identificação pessoal será cada vez mais presente em nosso dia-a-dia. Pessoas e máquinas farão parte de redes de comunicação, trocando mensagens e informações. Existirão redes em nosso corpo, no escritório, em nossas casas. E todas elas estarão ligadas entre si formando uma grande teia de relacionamentos.
Para as empresas, a conexão generalizada permitirá o acesso individualizado às pessoas de uma maneira sem precedentes. O surgimento constante de novos aparelhos ligados à rede implicará na necessidade de desenvolvimento de novas linguagens de comunicação para adequar a mensagem ao meio. A comunicação direta com seu público alvo será cada vez mais intensa. Os indivíduos vão interagir com a marca em vez de assistirem passivamente aos anúncios de produtos e serviços. O diálogo que será promovido resultará no refinamento dos procedimentos de personalização. O comportamento das pessoas será registrado pelas redes para tornar a interação cada vez mais relevante. As empresas vão guardar em bancos de dados as informações da sua base para tratá-la de maneira customizada. A importância de manter a privacidade dos dados dos indivíduos será uma questão cada vez mais marcante neste processo. O conhecimento adquirido no relacionamento deverá ser usado apenas para desenvolver esta interação, e não ser repassado para outras empresas.
A tecnologia progride a passos largos. Conforme a lei de Moore, a quantidade de componentes nos circuitos eletrônicos dobra a cada 18 meses. A capacidade de armazenamento em mídia magnética cresce 60% ao ano. Os softwares estão cada vez mais sofisticados. A evolução das redes sem fio permitirá integrar todas as máquinas em raios de ação cada vez maiores.
A taxa de evolução tecnológica suporta as previsões feitas em um futuro não muito distante. Talvez um futuro a menos de uma década... http://www.youtube.com/watch?v=DQdGvfV4WnU
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 8/10 – O FIM DA ERA DA INTERRUPÇÃO
Não estruture a solução digital como se estivesse fazendo propaganda! A lógica que suporta o funcionamento da comunicação nos canais on-line é oposta àquela da comunicação massiva nos canais tradicionais. A primeira é baseada na interrupção enquanto a segunda na permissão.
Na interrupção, altas taxas de freqüência devem ser empregadas para destacar a comunicação no meio da concorrência, já que poucas inserções não atingem a atenção da audiência; a cobertura de acesso à base é extensa, mas a riqueza da mensagem é limitada já que pouco espaço existe para a descrição detalhada da mensagem; nenhuma abertura está disponível para a interação com o público, portanto a direção da comunicação se estabelece no sentido da marca para o mercado.
As premissas do marketing de permissão estabelecem diretrizes opostas àquelas encontradas no marketing de interrupção: a comunicação deve ser personalizada, com a freqüência de envio definida pelo consumidor, sem repetições de conteúdo e com a riqueza da mensagem proporcional à importância do público selecionado.
Ainda em dúvida? É fácil, faça o teste. Como você enxerga seus consumidores? São todos iguais como em um bloco único, monolítico, sem variação? Então continue com as estratégias de interrupção...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 7/10 – TALENTOS SEM TERRITÓRIOS
Os avanços tecnológicos de hoje como o VOIP da Skype, as salas HALO de conferência da HP, e várias outras plataformas de comunicação digital nos permitem revolucionar as organizações, utilizando talentos ao redor do mundo todo.
Não é mais preciso se limitar ao espaço físico. A cultura digital quebra as barreiras geográficas e conecta recursos que antes estariam isolados.
A criação e produção de comercias na Argentina e no Brasil para o mercado americano, os call-centers na Austrália atendendo consumidores ingleses e a leitura e interpretação de exames radiológicos na Índia de pacientes canadenses são alguns exemplos do que ainda estamos por assistir em escala muito maior.
A internet vai demolir todas as barreiras, todas as fronteiras e todas as bordas.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 6/10 – ESQUEÇA A INTEGRAÇÃO DE MARKETING
Com o crescimento da importância dos canais digitais nas estratégias de comunicação, cada vez mais escutamos o debate sobre como integrar as platformas on e offline. Integração é conversa de agência falando da própria agência. É o “Como” e não o “O quê”.
As marcas estão interessadas em criar experiências diferenciadas para seus consumidores. Não importa se acontecem no meio digital ou no físico, na internet ou no ponto de venda. Na verdade, elas devem acontecer em todos os pontos de contato com seu público, sem discriminação.
Se estas experiências forem integradas, tanto melhor. Caso contrário, deixe que o próprio consumidor cuide de descobrir como fazer esse elo. Provavelmente ele vai encontrar uma forma muito mais simples.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/9/2009
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SÁBADO É SÁBADO, DOMINGO É DOMINGO E SEGUNDA É FERIADO
De onde surgem os insumos da comunicação criativa?
Tecnologia é um isca atraente. Mas existe a rara ocasião onde o público pode ser engajado em um nível além do brilho tecnológico... se ele tiver uma ligação sentimental com o produto.
A arte provoca os sentimentos, desperta o interesse, gera a vontade, o desejo. Ela cria um elo sentimental muito mais forte e eficaz. Quando a propaganda se aproxima da arte, ela adquire novos formatos. E amarras muito mais profundas entre a marca e seu público.
Quando esse estágio é atingido, o trabalho da comunicação está completo. Não é mais preciso procurar as pirotecnias criativas para atrair a atenção. Basta trazer o produto para desfilar com traje de gala.
Faiga Ostrower, Celeste Boursier, Matisse, Norberto Nicola, Dubuffet rondam a cidade. Que bom que é fim de semana prolongado! Que bom poder trabalhar!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
7/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 5/10 – DIGITAL NÃO É MAIS DIFERENTE
Pare de tratar as ações digitais de maneira diferenciada. Digital não é mais algo diferente e quanto mais for tratado dessa maneira, mais as coisas continuarão assim.
Para realmente ter sucesso nas ações digitais, é preciso integrá-las em todas as ações de comunicação. Elas não são apenas componentes ou plug-ins dentro de um plano de marketing já existente. Essa é a principal razão porque muitas agências digitais têm um ciclo de vida curto.
É inegável o poder que os canais digitais têm de criar conexões com os consumidores, mas não dá para esquecer o mundo real. Estratégias online e offline estão convergindo!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
4/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 4/10 – LIBERTE A PRODUTIVIDADE DIGITAL
Não subestime as novas ferramentas digitais para aumentar o nível de produtividade. É como se você estivesse trabalhando frente a frente com uma equipe que está do outro lado do planeta. Como diz um velho amigo, dá até para jantar junto…
Escrito por Ricardo Pomeranz em
4/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 3/10 – EMOÇÕES SÃO A CHAVE PARA A CRIAR AS CONEXÕES DIGITAIS
Por que então as empresas ainda insistem em criar websites como estes?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
4/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL – 2/10 – MATEMÁTICA É A NOVA MÁGICA
Que é o mesmo que dizer que a digitalização dos canais de comunicação cria uma quantidade impressionante de dados que nós podemos usar para desenvolver novos insights e promover novas criações.
Muitos profissionais de marketing e comunicação acreditam que a matemática e a criação são antagônicas. Na verdade, é exatamente o contrário! Elas são complementares. Dados se transformam em insights que inspiram inovação criativa. A criação inspira a percepção do público, gerando novos comportamentos que se transformam em mais dados.
Portanto, contrate matemáticos e coloque os diretores de criação juntos. Essa é a nova dupla de criação!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
4/9/2009
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AS 10 REGRAS DO MARKETING DIGITAL
1/10 - CHIEF CONVERSATION OFFICER: crie o cargo, contrate o profissional e comece a conversação. O objetivo é monitorar e inspirar o diálogo com seus consumidores, independente de você gostar ou não do que eles falam sobre sua marca. (Paul Price, 02.09, evento PROXXIMA)
Escrito por Ricardo Pomeranz em
3/9/2009
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MICRO-SEGMENTAÇÃO SOCIAL
As técnicas de segmentação tradicionais não são mais relevantes em um ambiente altamente dinâmico como o das redes sociais. Os grupos já não podem mais ser definidos unicamente pelas características comuns de seus membros, como idade, sexo, faixa de renda. Nós temos que pensar em grupos de indivíduos que são diferentes, e que se juntam temporariamente por causa de uma paixão ou emoção, e portanto são capazes de criarem uma ação coletiva.
Para cada um desses segmentos, o mapeamento do comportamento é a porta de entrada para compreender as forças que definem as atitudes, motivações e experiências passadas. Só com esse conhecimento é possível construir a estratégia digital para as marcas e o mapa da jornada digital dos indivíduos.
Um amigo marqueteiro costuma dizer que os modelos tradicionais de segmentação estão para as técnicas atuais de micro-segmentação assim como o Raio-X está para a ressonância magnética. Se você realmente quer entender o comportamento dos indivíduos na rede, não basta mais ficar apenas no osso.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
2/9/2009
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MÚSICA, INTERNET E MONETIZAÇÃO
Enquanto ainda tem gente discutindo como impedir a cópia de música pela internet, a banda No Doubt está dando downloads de graça de seu catálogo digital. Para receber os ingressos, porém, os interessados devem comprar as entradas dos shows ao vivo.
Idéia inteligente, usar a música não apenas como conteúdo, mas como própria mídia para atrair os fãns. A internet passa a ser apenas o canal de divulgação e promoção da estratégia.
A real monetização acontece nos shows ao vivo, que não podem ser copiados! Pelo menos, por enquanto...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
1/9/2009
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