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ADIVINHEM QUAL É A COR DO SAPATO DO MOTORISTA
Pink Ladies é uma empresa de taxi em Londres que atende exclusivamente às mulheres. Detalhe: os veículos são rosa por fora e também por dentro!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
29/8/2007
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SEGMENTAÇÃO DEMOGRÁFICA NO LIMITE: HOMEM NÃO ENTRA!
A loja japonesa de conveniência Happily foi criada exclusivamente para atender às mulheres. O seu posicionamento é claro: “A loja das mulheres, para as mulheres e pelas mulheres”. Os produtos, como cosméticos e suplementos nutricionais, são todos para o público feminino. A decoração também. Todo o ambiente foi projetado em tons de rosa, incluindo em seu interior uma sala de espelhos para maquiagem e troca de roupa. As funcionárias, como não podia deixar de ser, também são todas mulheres. A única exceção é durante a noite, onde por questões de segurança, homens são permitidos.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
28/8/2007
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SEGMENTAÇÃO DEMOGRÁFICA POR SEXO
Depois de fazer um extenso estudo sobre o comportamento das mulheres com relação às suas finanças, o Emotion Banking concluiu que o padrão utilizado por “elas” é muito diferente dos homens. Como conseqüência, “elas” deveriam ter acesso a um banco físico com características completamente diferentes dos espaços convencionais, que na sua grande maioria foram desenvolvidos com o esteriótipo do consumidor masculino em mente.
Resultado: o primeiro banco para mulheres criado na Áustria! Ele inclui um saguão de entrada para descanso e uma área de diversão para manter as crianças distraídas enquanto as mães estão ocupadas. A decoração é toda elaborada para aproximar as mulheres e permitir que a instituição desenvolva estreito relacionamento com suas consumidoras.
Cada vez mais, veremos estratégias de marketing como essa, que focam em segmentos específicos da sociedade, como mulheres, homens, idosos, adolescentes, homossexuais, heterossexuais, ricos, pobres. A razão é muito simples: as pessoas são diferentes e demandam soluções personalizadas! O marketing de massa migra para o marketing de nichos para atingir eficiência e competitividade.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
24/8/2007
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E-ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA (2)
Muitas empresas confundem EXPERIÊNCIA com INOVAÇÃO. Principalmente nas ações virtuais. Apesar de em alguns casos elas andarem juntas, isso não significa que necessariamente para criar uma experiência diferenciada, seja preciso inovar na forma de interagir com o consumidor. Em muitos casos, a inovação pode até criar uma experiência desastrosa, quando não empregada de maneira correta. Como no caso da bilheteria eletrônica.
Um cinema de São Paulo, com o objetivo (provável) de inovar na forma de vender os bilhetes, colocou um computador para as pessoas escolherem seus assentos. Resultado:
1. As filas ficam muito extensas já que as pessoas demoram mais para entender o sistema e escolher a poltrona
2. Quando entram na sala de projeção, as pessoas perdem tempo procurando a poltrona numerada. Muitas vezes, sem saber onde está o local correto, incomodam outros que já estão sentados.
3. Alguns, insatisfeitos com os lugares escolhidos pelo computador, esperam o filme começar para trocar para os lugares vazios, atrapalhando ainda mais quem quer ver o filme em paz.
Nem tudo que é inovador é bom. Nem tudo que é digital é bom. Muitas vezes, grandes experiências podem ser bastante convencionais. Como por exemplo, comprar rapidamente o bilhete do cinema, um saco de pipoca, e sentar para assistir ao filme sem se preocupar com mais nada.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
23/8/2007
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E-ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA
Como construir com a mesma intensidade do mundo real a experiência de compra no espaço virtual? Alguns profissionais defendem que o grande diferencial do comércio eletrônico é o preço. Neste raciocínio, as lojas virtuais deveriam se concentrar em mostrar a maior gama possível de produtos com os preços mais competitivos possíveis.
Basta analisar os principais portais de comércio eletrônico existentes hoje em dia para verificar que essa estratégia é a predominante. Eles são grandes vitrines eletrônicas, onde o destaque é concentrado na promoção de preço de algumas mercadorias, muito semelhante aos grandes feirões de venda do mundo real. O problema que da mesma maneira que no mundo real, essa estratégia tem de tudo, menos foco na experiência do consumidor!
A Philips criou uma estratégia completamente diferente para envolver o internauta no processo de compra de seus produtos. A venda passa a ser uma conseqüência natural da grande experiência de compra. Ela une recursos multimídia, próprios da internet, e modelo inovador de apresentar os produtos. Em vez de colocá-los dentro de uma grande vitrine, eles são ambientados dentro de seu espaço de uso. Vale a pena experimentar!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
22/8/2007
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ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA (2)
Sala de estar, com almofadões espalhados pelos sofás, poltronas confortáveis, esculturas modernas, iluminação especialmente instalada para o lugar. Ao fundo, um lavatório todo branco, limpo e cheiroso. Onde é esse espaço?
1. Saguão de um hotel de luxo
2. Mansão de bairro da classe alta
3. Hall de entrada de alguma agência de publicidade
4. NDA
Resposta:
4. É a sala de espera do Cine Bombril em São Paulo, onde as pessoas podem aguardar ao início do filme. Detalhe: tudo isso vem junto com a compra de um ingresso de apenas R$ 8,00!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
21/8/2007
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ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA
Nova livraria Cultura da avenida Paulista com rua Augusta, em São Paulo: IMPERDÍVEL, para quem deseja comprar livros, e para aqueles que querem entender por que o marketing baseado na experiência é a forma mais poderosa de venda do momento!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
20/8/2007
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AS NOVAS REGRAS DA LEALDADE DO CONSUMIDOR, POR JACK WELCH
“Não é apenas preço, qualidade e serviço, mas a inimitável maneira de vencer”. Vale a pena ouvir o podcast.
Quem quiser ler a matéria e não tiver a assinatura da BusinessWeek, basta me escrever que eu mando o texto digitalizado.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
17/8/2007
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PROPAGANDA PARA CRIANÇAS
A Escola de Medicina da Universidade de Stanford estudou o impacto das marcas de alimentos na preferência das crianças. Para isso ela conduziu o seguinte experimento: apresentou para crianças entre 3 e 5 anos duas opções distintas, com batatas fritas, hambúrguer e nuggets de galinha. A primeira tinha a embalagem do McDonalds, enquanto a segunda não tinha marca alguma.
A esmagadora maioria escolheu a opção com a embalagem do McDonalds como a mais saborosa. Detalhe: as duas embalagens tinham exatamente o mesmo alimento.
Será que o resultado seria muito diferente se fosse feito com adultos?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
15/8/2007
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XIXI INTERATIVO
O que as pessoas costumam fazer logo após beberem muito e ficarem bêbadas?
1. Elas dirigem para casa
2. Elas vão ao banheiro
Qual a diferença principal entre essas opções? A primeira delas pode acabar em desgraça.
Pensando nisso, foram instalados em vários clubes, restaurantes e cafés em Frankfurt, o urinol, um vaso sanitário sensível à pressão, para os usuários jogarem vídeo game enquanto fazem xixi. Através de uma tela na parte superior do urinol, o jogador (bêbado) acompanha a corrida do seu carro que é controlado pela pressão da urina. Se o jogador quiser que o carro vire para a direita, ele simplesmente urina para a direita. Se ele quiser para a esquerda, ele urina para a esquerda. O jogo vai ficando cada vez mais difícil até que no fim ele termina em uma seqüência de várias batidas. Mensagem do jogo: Muito molhado de xixi para dirigir? Então pegue um táxi.
E alguém ainda tem dúvida que o mundo está ficando completamente interativo?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
14/8/2007
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MAIS IDÉIAS SOBRE A ERA DA MOBILIDADE
O guarda-chuva da Ambient Devices prevê a temperatura. Como? Ele se conecta automaticamente ao site AccuWeather.com e recebe as informações climáticas de uma região geográfica específica. Quando existe previsão de chuva, ele pulsa. Se as chances de chuva forem de 100%, ele pulsa 100 vezes por minuto. Se as chances são menos prováveis, a taxa de pulsação diminui proporcionalmente.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
13/8/2007
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AINDA SEM IDÉIAS?
Vegefulfarm é uma aplicação japonesa baseada em códigos QR, que diz para os consumidores a origem dos vegetais.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
10/8/2007
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VOCÊ PRECISA DE IDÉIAS PARA APLICAÇÕES COM CELULAR?
A ScanBuy permite que os indivíduos capturem com o celular a imagem do código de barras de uma mercadoria, e automaticamente direcionam os interessados para as páginas da Amazon.com com informações detalhadas do produto, como especificações de funcionamento, preço e avaliação dos demais compradores.
É simples, é útil, é inovador! E existem 100 milhões de bons motivos (usuários de celular) para as empresas começarem a olhar para o marketing com o celular com outros olhos!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
9/8/2007
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ESSE NÃO É O MAPA DO METRÔ DE NY!
Como o ritmo de inovação na área da Internet é cada vez mais acelerado, fica também cada vez mais difícil estar atualizado com todas as novas tendências. Mais do que isso, como as inovações também estão cada vez mais complexas, muitas vezes não fica claro como todas elas se relacionam.
Quem tiver interesse em conhecer mais a fundo as novas tendências na internet em 2007, organizadas à partir dos 200 sites de maior sucesso na web, ordenados por categoria, proximidade, sucesso e popularidade, basta visitar o site Information Architects. É um trabalho que junta excelente análise da realidade com sofisticada utilização de representação gráfica. E o mapa pode ser baixado em alta resolução. De graça!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/8/2007
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POR QUE UM CEO PRECISA SABER LAVAR ROUPA?
A Procter&Gamble foi a segunda empresa em “market share” global na área de detergentes até o começo da década de 90. A primeira foi a Unilever. Naquela época, A.G.Lafley era gerente de propaganda do detergente líquido Tide, e Bob McDonald era o gerente de marca, ambos da P&G.
Hoje, as posições estão invertidas. A P&G lidera com 34% de participação e a Unilever está em segundo com 17%. E o negócio para a segunda colocada não parece muito promissor. Ela acaba de colocar à venda sua unidade nessa área que está avaliada na ordem de um bilhão de dólares no mercado americano.
Por que isso aconteceu? Analistas de mercado dizem que a P&G foi muito mais agressiva nos negócios, muito mais focada na área de detergentes e muito melhor nas suas estratégias de marketing.
De acordo com A.G. Lafley faltou visão de negócios à Unilever. Ele disse que ficou chocado quando leu uma matéria na revista AdAge em 1999, em que o então Co-Chairman da Unilever, Niall Fitzgerald, disse que ele e outros executivos da empresa não entravam em uma lavanderia fazia anos.
Atualmente A.G. Lafley é o chairman-CEO da P&G, e Bob McDonald é o segundo homem da companhia no cargo de chefe de operações.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
7/8/2007
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PALESTRA ABERTA
Os 3 primeiros interessados recebem o convite de graça. Para isso, entrar em contato com Ana Paula Custódio no email contato@ricardopomeranz.com.br.
Para maiores informações sobre a palestra, consulte o link da FGV .
Escrito por Ricardo Pomeranz em
6/8/2007
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O MUNDO DA FANTASIA (2)
7 horas da manhã! A família feliz reunida no café da manhã. O marida toma conta de uma filha enquanto consegue ler o jornal. A mulher serve o menino enquanto brinca com ele. As crianças estão alegres para ir para a escola, o casal pronto para seguir para o trabalho. A mesa do café toda arrumada. Todos tranqüilos e sem pressa. Todos com cara de felicidade.
A imagem já vem pronta do banco de imagens. É só colocar no anúncio.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
2/8/2007
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O MUNDO DA FANTASIA
Ninguém tem dúvida da importância da comunicação de marketing para as empresas. O que é cada vez mais questionável é a mensagem que algumas destas comunicações passam para o consumidor. Alguém consegue acreditar em um comercial de Banco que mostra pessoas felizes utilizando os serviços do "bankline" para pagar suas contas?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
1/8/2007
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