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COMO TRANSFORMAR US$ 1.200.000 EM US$ 100.000.000
36.648 pessoas de 201 países criaram 610 horas de vídeo promovendo o produto.
Em 56 dias, 6.849.504 páginas visitadas com média de 8,62 minutos gastos no site.
No Google search, 52.500.000 itens listados e 231.355 blogs.
Gastos com mídia na ordem de US$ 1.200.000 e cobertura de mídia no valor de US$ 100 milhões!
Produto: http://www.islandreefjob.com/
Escrito por Ricardo Pomeranz em
16/7/2009
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LANÇAMENTO DE PRODUTO COM MÍDIA SOCIAL
Três americanos estão no centro de uma nova experiência com mídia social. Eles foram escolhidos pela Ford para gerarem “buzz” na internet com o ainda não lançado Ford Fiesta 2011. Cada um deles recebeu um modelo para dirigir pelas cidades e documentar a experiência nas redes sociais, incluindo o Twitter, Facebook e Youtube.
O objetivo é atingir a atenção da Geração Milênio, indivíduos entre 15 e 30 anos. Eles são a audiência alvo do Ford Fiesta e representam uma expressiva força de mercado, com 11.000 alcançando a idade de começar a dirigir a cada dia.
Até agora a campanha já atingiu mais de 4.6 milhões de “posts”, mas seu impacto não é apenas na internet. Os três americanos reportam várias situações de pessoas nas ruas pedindo para “experimentar” o novo modelo e fazendo inúmeras perguntas sobre a data na qual o veículo vai estar disponível para a compra.
A resposta é sempre a mesma. “Vocês vão ter que esperar até 2011!”
Escrito por Ricardo Pomeranz em
13/7/2009
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SE VOCÊ É MÃE, TEMOS UMA COISA PARA VOCÊ!
A Huggies, fabricante de fraldas e outros produtos para bebês e crianças, acaba de entrar nas redes sociais, mirando o público das mães com o Circle of Moms no Facebook. O conteúdo customizado inclui um fórum para as mães trocarem informações, dicas de como educar e cuidar das crianças e uma seção para compartilhamento de fotos.
Quanto mais as mães participarem, mais pontos elas ganham. Com certa quantidade acumulada, elas concorrem à chance de ganhar um ano inteiro de estoque de fraldas. A presença no Facebook ajuda a criar o efeito viral massivo esperado.
É uma estratégia nova para a empresa: sair de um modelo baseado em campanhas de comunicação para outro suportado por marketing de engajamento. Em vez de pagar veículos de mídia para divulgar a empresa, eles investem no próprio público como forma de disseminar e criar envolvimento com a marca.
A razão para a mudança tem uma razão principal. Como muitas empresas perceberam, os consumidores já não respondem mais aos estímulos de mídia que vem sendo utilizados nas últimas décadas. A procura por modelos inovadores de atrair e engajar massivamente o público com taxas de retorno mais expressivas encontra nas redes sociais um solo fértil para se desenvolver.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
8/7/2009
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UMA COISA É FALAR, OUTRA É FAZER
Especialmente quando o tema é "Agências + Twitter"...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
7/7/2009
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MARCA DE LUXO NAS REDES SOCIAIS? QUEM É O LOUCO?
Simplesmente a Gucci!
Um dos maiores erros é imaginar que a web não se presta ao mercado de luxo. O raciocínio de que o espaço é muito democrático e pouco seletivo, e, portanto conflita com o caráter de exclusividade das marcas de luxo, contrasta com o enfoque que se concentra no comportamento dos consumidores com alto poder de compra.
No fim de 2007, a eMarketer publicou um artigo sobre como as pessoas ricas vivem na internet e como seu número cresce dia-a-dia. Em 2006 eram 43.7 milhões. Em 2011 as projeções apontam para 57.1 milhões.
A página oficial da Gucci no Facebook com 404.000 fãs é um exemplo. A cada atualização com novo conteúdo de fotos e vídeos, a marca recebe em média 200 interações na forma de comentários.
Abrindo a Gucci para todos na web, e não selecionando quem pode ou não participar, a Gucci cria uma nova comunidade. Mesmo que a maioria não consiga pagar pelos seus produtos, a simples idéia para seus fãs de que um dia “nós teremos condições” já vale todo o investimento.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
6/7/2009
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ONDE A TECNOLOGIA E O MARKETING SE ENCONTRAM...OU SE FUNDEM
Daqui a dez anos, o computador como conhecemos hoje desaparecerá. Ele poderá ser do tamanho de uma carteira ou da parede da casa. Ou embutido em óculos especiais, que permitirão ao usuário tanto ver o mundo exterior, como assistir a filmes e ler textos. Todos os aparatos pessoais e domésticos, como os relógios, celulares, PDAs, peças de roupa, TVs, DVDs, luzes, possuirão computadores embutidos. E mais impressionante que a capacidade de processamento será a possibilidade que todos terão de comunicar-se. Interligados em rede, e munidos de dispositivos conhecidos como transponders, ou chips que podem ser energizados à distância por meio de ondas de rádio, os aparelhos trocarão informações entre si para a realização de tarefas específicas. Em alguns casos isolados já sentimos hoje a presença desta tecnologia em nossas vidas. Os pedágios automáticos nas estradas detectam os carros que têm transponders instalados nos pára-brisas e liberam a sua passagem após receberem a informação do número de série do aparelho. O processo todo ocorre sem a intervenção humana, até o estágio final onde valor cobrado é debitado da conta corrente do motorista. A situação futurística da geladeira que identifica o fim do estoque de alimentos e encomenda pela internet novos suprimentos ao supermercado, ou do carro que recebe o diagnóstico de mal funcionamento de uma de suas partes pela rede para auto-correção, não parece estar mais tão distante. Além da evolução da comunicação entre os objetos, a interação entre eles e as pessoas também sofrerá grande mudança. Comandar os aparelhos por voz, ou reconhecer as pessoas através de scanners de íris não é mais privilégio de filmes de ficção científica. Com processos seguros de identificação dos indivíduos pelas máquinas, a realização de tarefas que dispensam o uso de senhas e cartões de identificação pessoal será cada vez mais presente em nosso dia-a-dia. Pessoas e máquinas farão parte de redes de comunicação, trocando mensagens e informações. Existirão redes em nosso corpo, no escritório, em nossas casas. E todas elas estarão ligadas entre si formando uma grande teia de relacionamentos.
Para as empresas, a conexão generalizada permitirá o acesso individualizado às pessoas de uma maneira sem precedentes. O surgimento constante de novos aparelhos ligados à rede implicará na necessidade de desenvolvimento de novas linguagens de comunicação para adequar a mensagem ao meio. A comunicação direta com seu público alvo será cada vez mais intensa. Os indivíduos vão interagir com a marca em vez de assistirem passivamente aos anúncios de produtos e serviços. O diálogo que será promovido resultará no refinamento dos procedimentos de personalização. O comportamento das pessoas será registrado pelas redes para tornar a interação cada vez mais relevante. As empresas vão guardar em bancos de dados as informações da sua base para tratá-la de maneira customizada. A importância de manter a privacidade dos dados dos indivíduos será uma questão cada vez mais marcante neste processo. O conhecimento adquirido no relacionamento deverá ser usado apenas para desenvolver esta interação, e não ser repassado para outras empresas.
A tecnologia progride a passos largos. Conforme a lei de Moore, a quantidade de componentes nos circuitos eletrônicos dobra a cada 18 meses. A capacidade de armazenamento em mídia magnética cresce 60% ao ano. Os softwares estão cada vez mais sofisticados. A evolução das redes sem fio permitirá integrar todas as máquinas em raios de ação cada vez maiores.
A taxa de evolução tecnológica suporta as previsões feitas em um futuro não muito distante. Talvez um futuro a menos de uma década... http://www.youtube.com/watch?v=DQdGvfV4WnU
Escrito por Ricardo Pomeranz em
3/7/2009
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SÓ PARA COLOCAR EM PRESPECTIVA...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
2/7/2009
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CHEGA DE SPAM!!!
Para cada canal que os profissionais de marketing encontram para interromper as pessoas, novos filtros são criados para impedir que a mensagem indesejada atinja seu destino. Não adianta interromper as pessoas. O caminho é exatamente o contrário. Engaje os indivíduos com a permissão deles.
Em vez de telemarketing, utilize SEO e SEM.
Em vez de Trade shows, utilize Blogging.
Em vez de anúncios impressos, utilize RSS.
Em vez de propaganda em rádio e TV, utilize vídeos virais.
O resultado é imediato: as taxas de resposta são maiores, os investimentos muito menores, e os consumidores agradecem!
Escrito por Ricardo Pomeranz em
1/7/2009
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