O Blog do Marketing de Relacionamento
 
 
PainelCRM 2006
 
       
A Riqueza na Base da Pirâmide, C. K. Prahalad
The Ultimate Question: Driving Good Profits and True Growth, Fred Reichheld
The Customer Revolution - How to Thrive When Customers Are in Control, Patricia Seybold, Ronni T. Marshak e Jeffrey M. Lewis
Customer Winback – How to Recapture Lost Customers and Keep them Loyal, Jill Griffin e Michael W. Lowenstein
Customer Specific Marketing, Brian P. Woolf
Major Account Sales Strategy, Neil Rackham
Managing Customers as Investments, Sunil Gupta e Donald R. Lehmann
Satisfaction : How Every Great Company Listens to the Voice of the Customer , Chris Denove e James Power IV
Harvard Business Review on Customer Relationship Management -- Co-opting Customer Competence, C.K.Prahalad e Venkatram Ramaswamy
O Mundo é Plano, Thomas L. Friedman
A Estratégia da Lealdade, Frederick F. Reichheld
O Ponto de Desequilíbrio, Malcolm Gladwell
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QUEM NÃO É O MAIOR TEM QUE SER O MELHOR



Um das tendências mais interessantes na área de vídeo online é o contínuo interesse por conteúdo de longa duração. O total de tempo gasto assistindo vídeos de 6 a 8 minutos é consideravelmente maior do que o tempo nos filmes de pequena duração. No primeiro trimestre desse ano, a taxa de crescimento desse tipo de filme foi de 20% e espera-se que continue por um bom tempo.

Isso significa que não necessariamente os sites de vídeo de grandes audiências são aqueles em que os usuários gastam a maior parte do tempo. Ou ainda, eles não são necessariamente os sites com o maior poder de engajar os internautas. Exemplo principal nessa categoria é o Youtube.com.

Os sites que conseguem prender a atenção por mais tempo estão saindo na frente na corrida para monetizar suas operações. O Hulu.com é um bom exemplo dessa categoria. Como seus vídeos são de longa duração, os internautas não se queixam dos comerciais colocados no início da programação. Com custos menores que os sites de grande audiência e um modelo de receita mais robusto, não é de se estranhar a razão do Hulu.com ter se tornado a grande atração dos investidores nessa área.


Escrito por Ricardo Pomeranz em 26/5/2009    Envie para um amigo    Comentário


MONETIZAÇÃO NA INTERNET



Um dos dois maiores fenômenos da internet em 2008 foi o vídeo online. O percentual de internautas nesse segmento cresceu 10%, a quantidade de vídeos assistidos aumentou 40% e o tempo gasto teve um avanço de 71% com relação ao ano de 2007. Quem foi o principal site de vídeo do mercado que lucrou com isso?

Não, não foi o Youtube! Apesar de ter o maior volume de tráfego, o Youtube ainda não conseguiu transformar o interesse dos indivíduos em lucro. De um lado, existe o problema do custo para manter a infra-estrutura dos servidores de vídeo mais a banda necessária para entregar o conteúdo, que gira na ordem de US$ 600 milhões ao ano. De outro, o modelo baseado na publicidade não atingiu os resultados esperados: os internautas reclamaram da presença de comerciais que patrocinavam os vídeos. A maior queixa era que o tempo da propaganda era muito grande com relação ao tempo do vídeo. Como a maioria dos vídeos é de curta duração, não se conseguiu chegar a um modelo que atendesse ao mesmo tempo os anunciantes e os internautas.

A nova investida do Youtube para superar os desafios de aumentar a receita publicitária está em colocar anúncios nos rodapés dos vídeos. Eles duram o tempo todo do vídeo, e podem conter mais do que um único anunciante. Mais ainda, eles são diretamente relacionados ao conteúdo principal. Propagandas de celulares passam apenas em vídeos que falam de celular, propagandas de carros passam apenas em vídeos que mostram carros, e assim por diante. A idéia é criar relevância na propaganda de tal maneira que o internauta não se sinta incomodado com o anúncio.

Será que vai funcionar? O modelo é interessante, mas é difícil prever o resultado. Vai depender de como os internautas vão responder aos anúncios. Se este modelo não funcionar, outros serão criados. A única coisa que podemos afirmar com certeza é que não existe “almoço gratuito”. Seja através de anúncios, de taxas de uso do serviço, ou de alguma outra forma que ainda não foi inventada, o internauta sempre vai ter que pagar para utilizar a internet!


Escrito por Ricardo Pomeranz em 25/5/2009    Envie para um amigo    Comentário


MAPEANDO O BUZZ CULTURAL



http://www.nytimes.com/interactive/2009/04/06/arts/20090407-buzz-maps.html

Será que ninguém apoveitou a virada cultural do último fim de semana em São Paulo para fazer algo parecido por aqui?



Escrito por Ricardo Pomeranz em 5/5/2009    Envie para um amigo    Comentário


SOCIAL MÍDIA É GRANDE EM TODOS OS LUGARES



Mas adivinhe onde é maior...


Escrito por Ricardo Pomeranz em 4/5/2009    Envie para um amigo    Comentário