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MAIS UMA DA MÍDIA ALTERNATIVA
Qual é a diferença entre a testa e o limão?
R: Não existe diferença...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
28/2/2008
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O PATINHO FEIO
Moe´s Southwest Grill é uma rede de 200 restaurantes de comida mexicana nos Estados Unidos. Quando eles resolveram criar a campanha “Moe´s Burrito in Every Hand”, a grande dúvida era qual o melhor canal para se comunicar com seu público alvo. Para não perder nenhuma oportunidade, eles investiram em propaganda na TV, spots de rádio e anúncios impressos. Faltava apenas um canal... A internet!
Eles, então, contrataram uma outra agência para ajudá-los a promover a campanha no meio online. Para surpresa de todos, porém, o conceito criativo não foi concebido nem por uma dupla de criação, nem por nenhum outro profissional da agência. A grande idéia veio do próprio consumidor.
A campanha no canal virtual foi concebida como um grande concurso, onde qualquer indivíduo poderia participar. Sem exceção, crianças, homens e mulheres, por todo o País, enviaram suas criações. O vencedor foi selecionado pelos clientes da rede, pela comunidade virtual Sharkle e por um grupo de representantes da empresa. O grande prêmio para o ganhador foi um Burrito gratuito pelo resto da sua vida.
Por que a internet não foi originalmente concebida dentro do conceito de campanha integrada, junto com os demais canais? Alguém tem alguma sugestão?
Escrito por Ricardo Pomeranz em
24/2/2008
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DESCOMODITIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA COMPETITIVA
Como competir com as centenas de fabricantes de chocolates espalhados pelo mundo, com as mais variadas opções de qualidade e preços? A casa de chocolates Sir Hans Sloane de Londres, oferece aos seus clientes um portfolio personalizado segundo o perfil de cada um. O cliente descreve suas preferências, e o “chocolatier” ajuda a identificar o chocolate ideal. Cada chocolate é único, ou seja, não existem dois clientes com o mesmo produto. A seleção de cada um é arquivada em um livro de controle para referências futuras. O atendimento é premium, o produto é de alta qualidade, e o preço é salgado.
Existem clientes dispostos a pagar por isso? Existem em bem menor número do que aqueles que compram chocolates de qualidade e preço inferior. Em compensação, a concorrência também é muito menor! Como conseqüência, é possível fabricar em escala mais reduzida, e com margens mais agressivas.
Sem dúvida, é uma alternativa para os negócios que enfrentam a concorrência de grandes fabricantes que se posicionam nos mercados de massa e não conseguem propiciar atendimento diferenciado.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
21/2/2008
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MAIS UMA DA MÍDIA ALTERNATIVA
A empresa japonesa Tadacopy instalou várias máquinas copiadoras em campus universitários no Japão. Os estudantes selecionam a quantidade de cópias desejadas e não pagam um único centavo pelo serviço. Como é possível? Em vez de ganhar dos estudantes pelas cópias, a Tadacopy ganha das empresas que têm interesse em anunciar na página de trás da folha copiada. Utilizando páginas mais grossas do que as normais, a impressão da propaganda não brilha na página principal.
O CPM (custo por mil) para o anunciante é US$ 375,00. O CPM para o estudante é US$ ZERO! Este é um exemplo de modelo de negócios que será cada vez mais comum no mercado: o consumidor compra produtos e serviços sem pagar nada em espécie. O pagamento será feito em número de impressões, que serão diretamente pagas pelos anunciantes. Nessa tendência, veremos músicas gratuitas, softwares gratuitos, livros gratuitos... Quem sabe teremos uma versão gratuita de tudo.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
17/2/2008
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ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA
Gasolina é “comodity”, certo? É um produto quase uniforme (estou falando da gasolina NÃO adulterada), produzido em grandes quantidades e por diferentes fabricantes. Então como um posto de gasolina pode fazer para se diferenciar dos demais e atrair mais consumidores?
Applause media é um sistema que traz o Google para os postos de gasolina através de conexão direta com a internet. Instalado nas bombas de gasolina dos postos, ele permite que os usuários procurem por endereços de restaurantes, hospitais e lojas na região. Quando acham o local desejado, podem selecionar a opção de impressão.
Enquanto isso, o frentista enche o tanque, troca o óleo, lava o carro...
Escrito por Ricardo Pomeranz em
13/2/2008
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JÁ QUE O ANO COMEÇA SÓ DEPOIS DO CARNAVAL, FELIZ 2008!
Como todo começo de ano, este não podia ser diferente. Começamos esperançosos, com a certeza de que os negócios vão continuar crescendo em ritmo acelerado. O maior risco de uma previsão equivocada neste ano, porém, vem da perspectiva de uma recessão americana que poderá impactar negativamente a economia brasileira e todos os agentes econômicos envolvidos.
Quando a economia começa a parar, os gastos em comunicação e marketing tem sido os primeiros a serem cortados pelas empresas. Principalmente aqueles em propaganda. A lógica que tem regido essa correlação é baseada na falta de mecanismos para medir o incremento de vendas a partir dos investimentos em propaganda nas revistas, nos jornais e na televisão. Segundo artigo da revista “The Economist” (The Advertising Market – Hard Sell), é possível que neste ano, diferente dos anteriores, essa correlação desapareça. E a principal razão é a Internet.
Ela trouxe a capacidade da mensuração dos resultados de marketing. Agora, é possível mostrar que um clique em uma propaganda online gera efetivamente uma venda. E os investimentos alocados nesse período de escassez de recursos podem ser otimizados através de uma análise precisa sobre os melhores canais virtuais, formatos de mídia, freqüência de comunicação e peças criativas.
Apesar das opiniões dos analistas econômicos sobre uma possível recessão nos EUA serem divergentes (e consequentemente seu impacto na economia brasileira), a maioria dos analistas de marketing concorda que o crescimento nos gastos publicitários vai se dar em duas áreas principais: na Internet, que “sugará” parte dos recursos dos canais que não possuem medição direta nos seus resultados de venda; e na economia dos países emergentes, que hoje representa 20% dos gastos globais em comunicação, e que contribue cada vez com percentuais mais significativos.
Este, sem dúvida, pode ser um grande ano. Para aqueles que estão mais atentos às novas tendências e preparados para suportar estrategicamente as incertezas econômicas.
Escrito por Ricardo Pomeranz em
10/2/2008
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